Skip to content

Tag: música

Resenha: Fones de Ouvido Philips SHS8000/00

Posso dizer que escutar música é um dos poucos prazeres que posso usufruir diariamente. E quando escuto música, quero que ela seja reproduzida da melhor forma possível. Nem sempre as condições ambientes são as ideais, mas ainda assim exijo bastante na qualidade sonora (tecnicamente falando).

Com a compra do iPod Nano – que vou escrever depois –  se fez necessário o investimento em fones de ouvido. Primeiro porque o Sony Ericsson que eu utilizava anteriormente possui um padrão próprio para o conector dos fones. Segundo, porque os fones de ouvido que vêm de fábrica no iPod são daquele modelo super básico, que fica pendurado na orelha, apesar da boa qualidade sonora.

Dada a pressa que eu estava para comprar logo meus fones, e a necessidade que eles fossem intra-auriculares, acabei optando pelo modelo SHS8000/00. O código do modelo não é lá dos mais agradáveis para se referir, mas basta bater o olho neles para reconhece-los. Eles são assim:

SHS8000_00-GAL-global

Agora vamos aos fatos. Começando pelo que se pode ver, eles são intra-auriculares, e possuem 3 tamanhos de protetores de borracha, que se encaixam no conduto auditivo. Isso traz duas vantagens: a primeira é o isolamento de ruído que eles geram, e com isso o volume a ser despejado ao seus tímpanos pode ser menor do que se ele tivesse que concorrer com a totalidade do som ambiente.

Externamente também é possível ver as presilhas, que fixam os fones na parte de trás da orelha. Confesso que esse detalhe foi o que me fez pensar três vezes antes de comprar o produto. Nã0 gosto de nada que faça sentir preso, e essas presilhas realmente pareciam que iriam me incomodar. Mas resolvi dar uma chance aos fones. Ao usá-los, fiquei realmente espantado ao notar que elas não incomodam em nada, e na maior parte do tempo eu sequer me lembro que elas estão lá. E pensando depois, elas são ótimas para mim que gosto de correr, pois elas não deixam que os fones caiam a cada 400m. Ponto positivo.

Qualidade Sonora

Apesar de não ter conhecimento técnico na área, sei reconhecer quando um som é de boa qualidade, em aspectos físicos. Já tive fones que simplesmente roubavam metade dos graves, outros enchiam os agudos de ruídos e outros que “mascaravam” os médios para criar uma falsa sensação de graves mais potentes. Esses Philips definitivamente não fazem isso. A grande faixa de resposta de frequência, que vai de 6 a 23.500Hz, garante um som realmente fiel. Tão fiel, que às vezes é possível perceber alguns ruídos existentes em determinadas músicas convertidas de forma mais pobre em qualidade.

Graças ao isolamento acústico, e ao formato in-ear, a qualidade sonora também se mantém um pouco mais preservada. Mas não espere milagres. Sem música, é possível escutar conversas próximas, mas com certa dificuldades. Para se ter uma idéia, é possível escutar música de forma razoável em um ônibus velho subindo uma ladeira, apesar de ainda ouvir um pouco do ruído do motor. A proposta dos fones não é de isolamento total de ruído, até porque os fones que chegam perto disso não são nada confortáveis.

Então é isso que tenho a dizer. Se você procura fones de ouvido de boa qualidade sonora, com certo isolamento acústico, e que permitam realizar atividades como correr sem que eles fiquem caindo o tempo todo, os Philips SHS8000/00 são uma ótima opção para quem não quer paga R$150 por fones profissionais, custando um terço disso (cerca de R$50). Além disso, eles funcionam perfeitamente bem com todos os modelos de iPod e iPhone, além da maioria de MP-X disponíveis no mercado.

Site do Produto: Philips SHS8000/00

Leave a Comment

Nova Seção: Doses Culturais

A partir de hoje, aos sábados, publicarei aqui a seção Doses Culturais, que vai substituir a Sugestões do Cheff, que provavelmente ninguém notou na barra lateral. A idéia aqui é separar durante a semana um livro, uma música, um link e uma expressão artística. Na verdade, parece que mudou apenas o nome, mas de fato esta é a primeira coluna com atualizações regulares do blog. Além disso, agora também coloco uma brevíssima descrição daquilo que estou sugerindo. E quanto ao nome, mudei por achar que o termo “Cheff” era muito ostensivo.

E a primeira dose será composta por:

Link

Monitor de Escândalos no Congresso 2009 – UOL NOTÍCIAS

Já postei este link 2 vezes antes aqui no blog. Mas acredito que se fosse postado 100 vezes ainda seria pouco. A lista só aumenta a cada semana, independente de partido ou ideologia. Vemos picaretagens da Esquerda para a Direita, e vice-versa.

Arte

providencia_workinprogress_jr

Este é um misto de grafite e fotografia. Trata-se de um trabalho realizado no Morro da Providência/RJ. Clique na imagem para mais informações e mais grafites.

Livro

ensaio_sobre-a-cegueira

A resenha do livro diz:

“Um motorista parado no sinal se descobre subitamente cego. É o primeiro caso de uma “treva branca” que logo se espalha incontrolavelmente. Resguardados em quarentena, os cegos se perceberão reduzidos à essência humana, numa verdadeira viagem às trevas. O Ensaio sobre a cegueira é a fantasia de um autor que nos faz lembrar “a responsabilidade de ter olhos quando os outros os perderam”. José Saramago nos dá, aqui, uma imagem aterradora e comovente de tempos sombrios, à beira de um novo milênio, impondo-se à companhia dos maiores visionários modernos, como Franz Kafka e Elias Canetti.Cada leitor viverá uma experiência imaginativa única. Num ponto onde se cruzam literatura e sabedoria, José Saramago nos obriga a parar, fechar os olhos e ver. Recuperar a lucidez, resgatar o afeto: essas são as tarefas do escritor e de cada leitor, diante da pressão dos tempos e do que se perdeu: “uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos”.”

Ainda não terminei de ler, mas já vou indicando. Realmente vale a pena a leitura.

Música

[blipfm http://blip.fm/profile/victorfranco/blip/9975299]

A música de hoje é um Dance do Basshunter, Walk on Water. Tem um ritmo rápido e combina vários efeitos bastante interessantes. Boa para aquecer para a balada.

1 Comment

Awdio: Um mundo de baladas online

Escrevo este post sob a música ao vivo que está tocando no Favela Chic, em Paris, França. Infelizmente eu não estou pessoalmente na Belgica, mas posso escutar a música através do site Awdio, onde é possível ouvir ao vivo  o que rola em várias partes do mundo. Turquia, Estados Unidos, Paris, Londres, e Brasil. Sim, a D Edge, em São Paulo (9ª melhor boate do mundo, segundo a DJ Mag) figura entre as atrações do site.

awdio

Awdio

As músicas tocam através de streming e são transmitidas ao vivo. E as opções abrangem Lounge, Electric, House, Rock, Funk, Afro, Jazz, World, Break Beat, entre outros ritmos. Uma conexão de Banda Larga a partir de 512kbps deve ser mais que suficiente para ter uma experiência musical sem engasgos e solavancos. Para quem gosta de estar sempre na vibe, esta é uma ótima opção, mesmo quando você estiver impossibilitado de estar fisicamente.

2 Comments

Os jovens estão ficando surdos?

Uma pesquisa realizada com jovens na Holanda constatou que devido ao uso de fones de ouvido em volumes altos e música em volumes também nocivo têm provocado uma perda de capacidade auditiva de quem usa esses equipamentos. E não é muito difiícil de comprovar esses resultados em qualquer sala de aula de qualquer escola ou Universidade de grandes cidades.

O tipo de dano à audição causada por exposição excessiva a altos níveis de ruído se chama Perda de Audição Sensorineural. Segundo tópico na Wikipedia, uma exposição de 2 horas a um nível de ruído de 91db já pode ser danosa. Na verdade, um longo tempo de exposição a ruídos de 70db já é prejudicial. Imagine para a maioria das pessoas que gerlamente usam seus ipod’s a 110db…

Segundo os pesquisadores, a única forma de prevenção a perda de audição por esses motivos seria que os fabricantes limitassem a quantidade de decibéis que seus produtos geram, e não contar com o bom senso dos usuários. Mas com certeza, quem ouve música em dispositivos móveis provavelmente não vai aprovar a idéia de ouvir suas músicas em níveis de música ambiente.

Mea culpa: Eu também sou um dos usuários frequentes de fones de ouvido e admito que minha capacidade auditiva já não é mais a mesma. Mas sempre tento usar o mais baixo possível, e uso fones com isolamento acústico, para ouvir músicas num volume mais ameno.

Fontes: Engadget e Wikipedia

Leave a Comment

O futuro da música digital

Não é nova a briga das grandes gravadoras contra os meios de distribuição de música em meios digitais. A maior vítima dessa guerra, talvez, foi o Napster. Criado em 1999, popularizado em 2000 e mutilado e desfacelado em 2001, ele foi o pioneiro dos programas P2P(peer-to-peer). Ele chegou a atingir 8 milhões de usuários em janeiro de 2001, mas viu sua ruína com as inúmeras ações das gravadoras, que o acusavam de promover a pirataria de conteúdo com copyright através da internet. Teve então seus servidores desligados e passou a vender música on-line no final de 2002, quando foi comprado pela Roxio.

Mas seu legado não podia mais ser escondido. O sucesso que as redes P2P criaram foi enorme, com vários outros protocolos e serviços que apareceram depois. Tanto é frenético o tráfego de músicas ilegais pela rede que a Jupiter Research afirma em relatório que para 1 música vendida legalmente, 100 músicas são compartilhadas ilegalmente pela internet. Para frear toda essa massa de música digital que trafega sem gerar receitas, as gravadoras adotaram o DRM (Digital Rights Management) para tentar proteger suas músicas de cópias. Mas o tiro saiu pela culatra, pois com certa aceitação no começo, o DRM não conseguiu fazer com que o tráfego de músicas sem DRM fosse contido nas redes P2P.

Já é algo praticamente impossível retomar as margens de lucro, que eram de 38 bilhões de dólares e despencaram para 17 bilhões de dólares em 2007, vendendo música da maneira tradional.Foi então que a indústria fonográfica percebeu que quanto mais se restringe Generic pharmacy o acesso ao público, menos se consegue lucrar com músicas pela internet. Uma das maiores provas disso foi a decisão da Amazon.com de vender músicas em mp3 sem DRM. Eles vendem músicas em média a US$ 0,89 para o mercado americano e há informações de que a loja passe a vender músicas on-line para mais países.

Já a Last.fm, oferece ao usuário a opção de ouvir a música 3 vezes antes de ser oferecida a opção de comprar a música. O resultado foi o aumento nas vendas. Na Índia, há o site RadioVerve, que apóia que artistas locais coloquem suas músicas no site para que o púplico possa escutar. Assim os músicos podem ter seu trabalho divulgado e ganhar com shows e apresentações ao-vivo. Há artistas, como o australiano Jamison Young que chegam a quebrar contratos com gravadoras para poder divulgar livremente suas músicas pela rede, através de blogs ou websites. Isso faz com que se alcance um público muito mais amplo.

A indústria fonográfica parece ter notado que deixar o público ‘provar’ a música pode facilitar a compra do conteúdo, coisa que a indústria do software percebeu a muito tempo e explora com o shareware, e coisa que as empresas de produtos alimentícios notaram há muito tempo atrás, ao colocar degustadores dos seus produtos nos supermercados. Talvez possamos ver em pouco tempo um mercado de música digital mais sólido, e se as gravadoras não cuidarem logo de se adaptar aos novo tempos do setor, podem ver sua função de ponte entre o artista e o consumidor ficar sem nenhuma função.

Fonte: http://icommons.org/articles/the-business-of-free-music

Leave a Comment

Alô plin, plin!

Essa é para aquela emissora do plin, plin. Isso mesmo, aquela do “bem amigos da rede…” e tudo mais. Por que raios a minha amada cidade, capital deste grande país, sim grande, e em todos os aspectos; resolve simplesmente não falar nada sobre Brasília? Corrida onde Judas perdeu as botas, vira notícia na plin, plin. Salto de pára-quedas onde ele perdeu as meias, notícia no jornal das 8. Festival de cinema em Brasília: nada. Festival de música: nada. Campeonato de futebol femino(em Brasília): nada. Melhor jogador do mundo nascido em Brasília: nem pensar. Só se tivesse nascido na Cidade-Maravilhosa (af!).

Mas se fosse aumento da IOF, da taxa de juros, político corrupto ou coisas que se limitem à Esplanada dos Minstérios, ah isso sim estaria na emissora do plin, plin. E com ênfase ao nome de Brasília na notícia.

Parece que estou sendo meio chato com esse negócio de defender Brasília, mas várias cidades desse país devem se convencer que não piores que a cidade dos morros e das balas perdidas só porque não aparecem na novela.

E aqueles que trabalham na emissora do plin, plin deveriam se derreter de amores por suas cidades da mesma forma que têm que fazer pela cidade da emissora do plin, plin.

assinatura digital

Leave a Comment