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Tag: Microsoft

Um Pouco de Excel – Parte I

Depois de um ano trabalhando diariamente com o Excel 2007 acho que já estou em condições suficientes para compartilhar um pouco do que sei. Vou falar um pouco dos recursos, funções e algumas técnicas e dicas. Pretendo fazer isso semanalmente. Mas antes de começarmos, vamos combinar algumas coisas:

1. Não é meu propósito escrever um curso de Excel. Aqui vou postar apenas algumas dicas, fazer alguns esclarecimentos. Existem no mercado diversos cursos de Excel. Como eu nunca frequentei nenhum deles, não vou indicar nenhum.
2. Não trabalho na Microsoft, nem sou VP. Também não presto suporte técnico ou configuração do produto. Se você tiver algum problema técnico, favor enviá-lo ao suporte da Microsoft.

    Acho que é só isso. Qualquer dúvida quanto a como fazer alguma coisa, sintam-se livres para perguntar nos comentários. Agora vamos ao que interessa.

    O Excel

    Como eu disse, não estamos em um curso. Então vamos passar rápido por essa parte. Vamos lembrar da cara do Excel:

    Excel 2007 Full
    Excel 2007

    Esta é a janela padrão do Excel 2007. Acima vemos o “Botão do Office”, os grupos de menus, a barra de fórmulas e a área de células. Esse retângulo preto com bordas espessas da figura é uma célula. Reparando bem, é possível identificar também a linha “2” na barra a esquerda, e a letra “B” na barra acima da área de células. Isso quer dizer que esta é a célula “B2”, como pode ser conferido na imagem abaixo, que mostra a barra de endereços:

    Excel_2007_Endereco
    Célula e Barra de Endereços

    Todas as células do Excel tem um endereço, e é muito importante saber lidar com eles para que se possa desenvolver as fórmulas que veremos daqui por diante.

    Agora vamos ver os grupos de menus do Excel 2007. Ao contrário do que normalmente estamos acostumados, não temos uma barra estática que mostra caixas de opções em texto. Ao clicar em uma das opções (“Início”, “Inserir”, …), as opções de cada grupo são exibidos, de forma dinâmica. Raramente teremos janelas de opções pulando na tela do computador para efetuar a maioria das tarefas.

    Excel_2007_Menus
    Botão do Office, Grupos de Menus, Barra de Endereços e Barra de Fórmulas

    Para terminar por hoje, vamos ver como funciona a organização das informações. Quando criamos um arquivo .xlsx (Excel 2007) e .xls (Excel 2003 e anteriores), criamos uma Pasta. Dentro dessa pasta, existe uma ou mais planilhas. Dentro das planilhas, estão as células. E dentro das células estão as informações, basicamente. As planilhas são exibidas na parte inferior da janela, como mostra a imagem abaixo:

    Excel_2007_Planilhas
    Barra de Planilhas

    Por padrão, quando se cria um novo arquivo (Pasta), existem 3 pastas. Você pode deletar, renomear ou criar novas planilhas entre outras coisas. Para isso, basta clicar com o botão direito do mouse sobre a aba, e escolher a opção desejada. Para criar uma nova planilha, deve-se clicar na aba que tem o desenho de uma estrela amarela sobre uma aba.

    Por hoje ficamos por aqui. Não se esqueça de assinar o feed para poder acompanhar as próximas partes. Mais uma vez, qualquer dúvida é só perguntar nos comentários.

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    Nem só de Google pode viver a Internet

    Recentemente a Microsoft lançou o Bing, um serviço de busca que vem empolgando algumas pessoas importantes da área tecnológica, como Steve Wozniak, por exemplo. Mas os usuários mais comuns, de carne e osso, em geral não gostaram do serviço. Foi criticada a relevância dos resultados, que por sinal é o principal ponto da campanha da Microsoft em cima do Bing. Criticaram também as fotos que o serviço exibe na sua homepage, e a falta de grandes novidades.

    No tópico do fórum do Meio Bit sobre o assunto, eu fiz um comentário em que disse que achava muito contraditório o público do site, tão sedento por novidade, fechar uma posição tão intransigente a favor do Google e contra o Bing. Aí, ainda durante essa semana, o google lançou um novo serviço no Labs, o Google Squared. A idéia é exibir os resultados em forma de matrizes, com informações sobre cada resultado agrupadas em colunas. A idéia é muito boa, se funcionasse desde o primeiro dia, como foi cobrado da Microsoft. Vejam os reultados de duas buscas que fiz:

    A primeira foi “brazilian soccer teams”. Lembrando que o serviço ainda está disponível apenas em Inglês. Vejam o resultado:

    google_squared

    Com todo respeito aos clubes listados, mas para quem cobra relevância de resultados do Bing, ter o Comercial como primeiro resultado na busca por times de futebol brasileiros não é exatamente a melhor definição de relevância.

    Ok, vamos mudar “teams” por “clubs”, afinal vários times do Brasil tem “Clube” no nome. A busca então ficou “brazilian soccer clubs”, e os resultados foram:

    brazilian_soccer_clubs

    Relevância de resultados bem melhor agora, mas as únicas informações corretas são as da 1ª coluna e algumas da 3ª. O restante parece até piada. Para o Vasco da Gama, foram exibidas as informações do navegador português. Já o nome completo do Botafogo foi “Ronaldo Luís Nazário de Lima”, que atualmente joga no Corinthians. A posição do Santos é “Defender”, ou zagueiro no nosso idioma. E dizer que o apelido do Internacional de Porto Alegre é “Seleção Canarinho” quase foi pior que o do Vasco da Gama.

    Entendam aue não estou criticando o Google por lançar serviços novos, com uma idéia que tem tudo para dar certo, apesar de não ser original. O que eu estou questionando é o pensamento tão cristalizado de que serviços Web da Microsoft não prestam, e que tem que descobrir a roda caso queiram ter algum sucesso. Ora, o Bing está apenas no começo de sua carreira no mundo dos buscadores, e já é cobrado que ele seja estupendamente melhor que o Google, líder absoluto do setor, por causa de seus méritos. Mas o Google também passa seus apertos na hora de lançar coisas novas, e elas vão ao tempo se aprimorando.

    Como eu disse lá no Meio Bit, não devemos nos fechar em uma tecnologia ou um serviço, se não estaremos condenando a Internet a se congelar em alguns nomes, e iremos bloquear a vontade de criar algo novo, essa força que vem movendo todo o seu desenvolvimento nesses últimos anos.

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    O mundo virtual é tão hipócrita quanto o real

    Não adianta, o mundo virtual é exatamente igual ao real. Ele apenas apresenta com cores mais fortes certas nuances. E quando esses dois mundos se cruzam, principalmente nos Tribunais, o resultado geralmente é desastroso. Na última sexta-feira a União Européia declarou que a “venda” do navegador Internet Explorer junto com o Windows viola as leis antrituste da UE. A Microsoft, simplesmente aceitou a retirada do programa do sistemas sistemas operacionais vendidos para os países do bloco, e afirmou que está completamente comprometida a seguir as leis.

    O Internet Explorer sempre foi alvo de diversas ações na justiça de vários países, provavelmente por possuir a liderança absoluta no mercado de navegadores. A ação que foi julgada procedente sexta-feira foi movida pela Opera Software, que produz o navegador Opera, o melhor browser que ninguém usa. Por ser um processo contra a gigante Microsoft, muitas pessoas tendem a defender a decisão da Corte européia, afinal o porte da MS e o market share do seu sistema operacional Windows são estrondosos e pode parecer uma briga de chiwawa com Pitbull de rinha.

    532px-opera_o

    Opera – O melhor navegador que ninguém usa

    Mas se analisarmos um pouco o cenário atual de browsers podemos ver que a competição talvez seja a maior no mercado de software. Temos Firefox, Internet Explorer , Safari, Opera e Chrome entre os mais badalados. Além disso todos eles são grátis e todos funcionam muito bem no Windows. Para mostrar ainda mais como a decisão é um tanto equivocada, TODAS as distribuições Linux que já usei vêm com um navegador incluso, e na grande maioria ele é o Firefox. E ninguém se incomoda com issso. Por que cargas d’água a Microsoft é culpada se a maioria das pessoas resolve usar o seu navegador. Opções não faltam, todas elas igualmente gratuitas.

    Imagine se a moda pega e todas as cópias do Windows distribuídas ao redor do mundo vierem sem o IE. Você vai ter que ir na casa do vizinho e pedir para usar a internet para fazer o download do browser, pois sem um você não consegue fazer quase nada on-line. Mais ou menos como pedir uma xícara de açúcar, não?

    Muito obrigado ao Thiago Rodrigues por notar um erro no título, que já foi corrigido.

    aqui.

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    iWorks ’09 – Numbers

    Foi lançada durante a última MacWorld a nova versão da suíte iWork, que tem seus produtos (Pages, Numbers e Keynote) como principais concorrentes da Suíte Office:mac para o sistema opercional Mac OS X.

    numbers

    Como usuário diário do Microsoft Excel, comecei meu tour pelo Numbers, o editor de planilhas do iWork.Para o primeiro dia, ele me pareceu útil, mas depois de uma análise mais completa, ele ainda é mais complicado, menos funcional e menos robusto que o Excel. Possui vários modelos, com dezenas de modelos de gráficos, tabelas uma centena de novas fórmulas. Mas algumas coisas ainda irritam, como se você digitar “=soma(” e apertar a seta para cima ele simplesmente não seleciona a célula acima da que se está digitando. E isso é uma pedrinha no sapato que incomoda muito quando se está trabalhando. Outra falha que encontrei foi quando se digita a fórmula “=aleatório()” para gerar um número aleatório entre 0 e 1, o programa não aceita a inclusão do acento, o que faz com que a fórmula digitada “=aleatorio()” não seja reconhecida. Para fazê-la funcionar, temos que digitar “aleatório()” e depois voltar com o cursor no início do texto e inserir o “=”.

    O numbers também não se mostrou robusto para lidar com arquivos grandes, com muitas planilhas e tabelas gerados originalmente no Excel. Ao tentar abrir um arquivo com 60 MB gerado no Excel 2007, e cerca de 190 mil linhas em uma das planilhas, o Numbers retornou uma mensagem dizendo que o arquivo era grande demais para ser importado. Também não encontrei nada refente a importação de dados em arquivos csv ou texto ou outros formatos de bancos de dados.

    Enfim, na minha opinião o iWork funciona bem para quem quer um editor de planilhas para fazer algo bonito para apresentar uma tabela ou alguns gráficos. Se você precisa de uma ferramenta mais produtiva, com recursos de tabelas dinâmicas, importação de dados, trabalhar com muitas linhas, você deve começar a considerar o produto da Microsoft. E se você usa macros, pode ir começando a instalar o Windows pelo BootCamp e usar o Office para Windows.

    No próximo post falarei sobre o iWork.com.

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    Live Mesh agora para Mac!

     

    A Microsoft não brinca em serviço. Enquanto muita gente ainda especula sobre cloud computing a empresa já está se mexendo para não ter que correr atrás do prejuízo depois. Provas disso são o “Web Applications for Office”, que deverá ser integrado ao Office Workspace, e o Live Mesh. O primeiro deverá criar um ambiente web e cross-browser para criação e edição online de documetos, à la Google Docs, mas não um clone, claro.

    Já o Live Mesh, que já está no ar há algum tempo para alguns usuários é um sistema de armazenamento onde o usuário pode guardar seus documentos na “nuvem”, mantendo eles sincronizados com uma pasta específica no PC. Atualmente seu espaço de armazenamento é de aproximadamente 5Gb, independente da sua conta no Live Mail. Mas o grande passo foi a possibilidade de estender a sincronização também para computadores usando Mac OS X 10.5 e Windows Mobile. Isso abre o leque de usuários para algo em torno de 99% dos usuários domésticos de computadores. Abaixo segue uma tela do serviço no Mac:

    A aposta da empresa em manter ativa sua divisão que cuida do Office para Mac, além da inclusão do Leopard nos devices que podem ser sincronizados pelo Live Mesh mostra que apesar das propagandas nem tão amistosas entre as empresas, a Microsoft sabe que não pode deixar de ladoos usuários Mac, e que o conceito de mobilidade e sincronização tão falado por Bill Gates segue sendo perseguido pela empresa.

    Referências: Meio Bit e MacMagazine

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    Blog de Desenvolvimento e Site do Windows 7 revelados

    Foi lançado no dia 14 na MSDN um blog de desenvolvimento do Windows 7. Ontem foi adicionada uma postagem em que são apresentados detalhes como, a intenção de um debate com os outros desenvolvedores a respeito de novidades/recusros/melhorias. O autor, identificado na comunidade MSDN como steven_sinofsky também fornece dicas de como a equipe de desenvolvimento é dividida em áreas como: Sistema de Arquivos, Segurança, Internet Explorer, Internacionalização, entre outros.

    Também foi lançado o site do Windows 7, com a página de EULA (End user license agreement), mas ela informa que o sistema ainda está em desenvolvimento, e cita alguns conteúdos que podem vir a ser abordados futuramente: Windows 7 Privacy Statement, Windows Media Player, Activation e Validation. Isso mostra que deve estar a caminho uma nova versão do Windows Media Player para o Seven. coinstar 10k Coinstar Money Transfer, UKRAINE, KHARKOV
    No caso do Internet Explorer, a versão adotada deverá ser a 8, já em fase de testes.

    Mais que informações de grande relevância, isso mostra que o time de desenvolvimento está se mexendo e também que informações mais precisas deverão vir nos próximos meses. Só lembrando que a previsão de lançamento do sistema é para 2009.

    Para conferir o blog na MSDN: http://blogs.msdn.com/e7/default.aspx

    Para conferir o site: http://www.microsoft.com/windows/windows-7/eula.aspx

    Via: Omitek

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    Como corrigir o erro “Agradecemos por seu interesse em obter as atualizações em nosso site.”

    Há algum tempo fiz um post sobre um problema que vem ocorrendo com algumas pessoas que utilizam o Internet Explorer 7. Vamos ao relato: um dia, após atualizar o Windows XP e seus componentes via atualizações automáticas, tentei acessar o site do Buzzword, mas o site dizia que meu navegador não era suportado. Houve também um aviso do site do Banco Real que era recomendado o uso do Internet Explorer 5.5 ou posterior. Como usava o IE 7 não entendi o que estava se passando. Foi aí que tive a idéia de tentar atualizar o sistema através do site do Windows Updade. Foi então que recebi uma mensagem ainda mais estranha:

    erro_xp_mac  

    “Agradecemos por seu interesse em obter as atualizações em nosso site. Este site foi criado para funcionar apenas com os sistemas operacionais Microsoft Windows. Para encontrar atualizações para os produtos Microsoft criados para sistemas operacionais Macintosh, visite http://www.microsoft.com/mac/.”

    O site do Windows Update disse que meu computador usava sistema operacional Mac, quando na verdade eu usava Windows XP SP2, atualizado! Então resolvi acessar o Meio Bit e colocar meu problema no fórum. Alguns acharam engraçado e outros fizeram brincadeiras, mas nada de solução. Tentei restaurar meu Windows mas também não funcionou. Alguns dias depois encontrei a solução, de forma empírica:

    REINSTALAR O INTERNET EXPLORER 7

    Só isso! Foi só fazer o download do IE 7 e instalar novamente. Não é necessário desinstalar o anterior, só instalar de novo. Nota: Cuidado ao habilitar o download de atualizações na hora de instalar o IE 7, pois as atualizações somadas passam de 18Mb, o que pode tornar a instalação bem mais demorada.

    victor_end

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    Isso sim é que WebOS

    Há muito tempo venho testando “sistemas operacionais” que rodam do navegador de internet. Na verdade, não são sistemas operacionais, são páginas onde o usuário coloca seus arquivos, possuem geralmente um editor de textos on-line, calendário e outras frescurinhas. De sistemas operacionais na verdade não tem nada. São conhecidos como WebOS, mas geralmente são sistemas muito lentos e talvez por isso nunca tiveram aceitação. Um exemplo à parte é o eyeOS, que permite o download para instalação no proprio servidor, além de oferecer vários recursos e ter uma interface bem mais amadurecida. Também há a opção de sincronização com o computador do usuário.

    Mas um novo serviço que ainda está em fase beta é o Live Mesh da Microsoft. Ainda não há aplicações de produvidade, como leitor de RSS ou editor de textos ou calendário. Há a opção de sincronização dos arquivos on-line com o computador do usuário que use Windows XP (32 bits) ou Vista (32 ou 64 bits). Ainda não há compatibilidade com os Mac, mas esse já é um recurso anunciado, além da compatibilidade com dispositivos móveis.

    O visual do Mesh é de muito bom gosto. De fato, é extremamente semelhante ao do Windows Vista, porém sem transparência. Veja uma screenshot:

    mesh

    O piloto da foto é este que vos escreve. Mas isso não vem ao caso.

    Para ver fotos e música deve-se ter o Silverlight instalado. Ainda não testei a funcionalidade com vídeos, mas devem funcionar também.

    Ao que parece o Live Mesh tem um grande potencial para alcançar aquilo que o Bill Gates vem falando que deve ser o futuro dos sistemas operacionais: um ambiente de background, onde o usuário utilizará basicamente serviços web para realizar a maior parte de suas tarefas. Com o crescimento das velocidades de conexão com a internet, talvez daqui a alguns anos quem possui mais de um computador não precisará usar pendrives para transportar seus arquivos, pois eles estarão disponíveis on-line o sempre estarão sincronizados com os computadores do usuário, seja ele Windows, Mac ou Linux.

    victor_end

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    Especificações de produtos Microsoft abertas. Algo bom vem por aí?

     

    A Microsoft abriu as especificações de vários produtos das famílias Windows e Office. Segundo a empresa isso faz parte de uma mudança de como a empresa compartilha informações sobre seus produtos, o que vai se traduzir em uma maior interoperabilidade entre produtos, como os da família OpenOffice, que ainda apresentam algumas limitações ao lidar com os formatos proprietarios da MS.

    Essa decisão foi aprovada até por Linus Torvalds em um e-mail enviado para a comunidade Linux. Uma parte da mensagem diz: “Eu posso fazer piadas com a Microsoft e, eventualmente, dizer que eles fazem coisas estúpidas. Mas eu penso que neste caso eles deram um passo na direção correta”.

    Enquanto isso, experts em segurança afirmam que haverá uma grande explosão de descobertas de falhas de segurança e vulnerabilidades nos produtos que terão suas documentações abertas. A razão é que um número enormemente maior de pessoas terão acesso a essa documentação. Espera-se que esse boom de descobertas de vulnerabilidades começe em 8 dias. Mas logo esses problemas serão corrigidos e no final teremos um ambiente de software muito mais seguro.

    Portanto, depois de abrir as especificações de alguns de seus produtos, a Microsoft deve ficar atenta ao que se diz na Internet sobre as vulnerabiliadades de software encontradas e preparar o quanto antes soluções distribuíveis via Windows Update. E aqueles que tem condição mantenham sempre seu anti-virus atualizado e seu Windows também, assim como o software possível. Isso pode ajudar a prevenir que alguma vulnerabilidade recém descoberta e já corrigida possa ser explorada em seu computador.

    Fontes: http://www.computerworld.com/action/article.do?command=viewArticleBasic&articleId=9064500&intsrc=hm_list, http://info.abril.com.br/aberto/infonews/022008/25022008-18.shl

     

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