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Tag: google

CUIDADO! Email Falso em Nome do Google

Este post é de Utilidade Pública.

Hoje recebi um email que tenta enganar seus destinatários e fazê-los clicar em um link que direciona para uma página falsa que instrui o usuário a fazer o download do Flash Player, mas que na verdade faz o download de um arquivo malicioso chamado “Flash_Player.exe”. Vejam o email (repare bem no remetente):

Agora, vejam a página falsa de download do Flash Player para onde o email falso leva:

Mais uma vez, ESTE EMAIL E ESTA PÁGINA SÃO UM GOLPE! NÃO CLIQUE EM NENHUM LINK, PARA SUA SEGURANÇA! Só faça download o Flash Player através do site da Adobe. Se não souber qual é o site, busque por “adobe flash” no Google. Vai ser o 1º resultado.

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A Nuvem Está Pronta Para Nós?

Ontem o mundo ficou em silêncio por cerca de 100 minutos. Não, isso não aconteceu porque as pessoas estavam protestando contra o Senado brasileiro, nem para evitar a poluição sonora. Na verdade, o Gmail ficou fora do ar nesse período. Durante esse tempo, milhões de pessoas ao redor do mundo não puderam sequer acessar seus emails.

dark_clouds

O serviço de emails do Google nada mais é que mais uma aplicação que funciona na nuvem, ou cloud computing, para os mais geeks. Suas mensagens ficam armazenadas em vários servidores espalhados pelo mundo, mas você nem percebe que faz um tour global para ler aquela corrente chata que alguém te mandou. Nada fica armazenado no seu computador (a princípio), a não ser os anexos que você decide baixar (e os vírus que chegaram com aquele email educativo).

O interessante é que usamos webmail há muito tempo, antes mesmo de se ouvir falar na tal nuvem. O que acontece agora é que existe uma tendência em portar tudo que fazemos para a nuvem, como editar textos, planilhas, editar fotos, vídeos, e até armazenar arquivos. Até um simples link hoje em dia é reduzido em um serviço que guarda o link original e redireciona para ele toda vez que alguém clica no resultado da decaptação de caracteres.

Mas a pergunta que fica é se podemos confiar na nuvem da forma que ela é hoje. Será seguro confiar que servidores estarão no ar na hora que precisarmos daquele arquivo que guardamos no disco virtual? Ou pior ainda, será que aquela empresa que prestava um ótimo serviço e guardava nossas informações não vai falir daqui a um ano? E se falir, o que faremos? Ainda mais importante, será que nossos dados estão seguros na nuvem? Ainda não vejo nenhuma resposta positiva realmente confiável para nenhuma dessas questões.

Voltemos ao caso do Gmail de ontem: quem tentou acessar o Gmail via web durante o período em que ocorreram os problemas, ficou a ver navios (se fosse o Twitter seria baleia). Quem é da velha guarda e acessa o email via POP3 ou IMAP, não teve problemas. Ainda que os servidores que cuidam desses protocolos estivessem fora do ar, as mensagens já recebidas estariam armazenadas. O termômetro da Internet, o Trending Topics do Twitter apontou o Gmail em primeiro lugar. Sinal que MUITA gente foi prejudicada. Agora pense: se o Gigante Google saiu do ar, imagine os milhares de startups que pipocam todos os dias por aí. Imagine aquelas para as quais pagamos para ter um serviço, às vezes crítico.

Acredito muito que a nuvem vá funcionar muito bem, mas ainda acho que ainda não é hora de migrarmos nossas aplicações mais sensíveis e dados críticos para serviços web. Temos um longo caminho pela frente antes de podermos lidar com tranquilidade com os imprevistos que VÃO aparecer (a Lei de Moore tarda mas não falha). Tecnologias como Google Gears e a nova versão do Silverlight, que permitem o armazenamento local de dados podem ser o início do caminho que nos leve a uma nuvem que não seja de tempestade.

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Nem só de Google pode viver a Internet

Recentemente a Microsoft lançou o Bing, um serviço de busca que vem empolgando algumas pessoas importantes da área tecnológica, como Steve Wozniak, por exemplo. Mas os usuários mais comuns, de carne e osso, em geral não gostaram do serviço. Foi criticada a relevância dos resultados, que por sinal é o principal ponto da campanha da Microsoft em cima do Bing. Criticaram também as fotos que o serviço exibe na sua homepage, e a falta de grandes novidades.

No tópico do fórum do Meio Bit sobre o assunto, eu fiz um comentário em que disse que achava muito contraditório o público do site, tão sedento por novidade, fechar uma posição tão intransigente a favor do Google e contra o Bing. Aí, ainda durante essa semana, o google lançou um novo serviço no Labs, o Google Squared. A idéia é exibir os resultados em forma de matrizes, com informações sobre cada resultado agrupadas em colunas. A idéia é muito boa, se funcionasse desde o primeiro dia, como foi cobrado da Microsoft. Vejam os reultados de duas buscas que fiz:

A primeira foi “brazilian soccer teams”. Lembrando que o serviço ainda está disponível apenas em Inglês. Vejam o resultado:

google_squared

Com todo respeito aos clubes listados, mas para quem cobra relevância de resultados do Bing, ter o Comercial como primeiro resultado na busca por times de futebol brasileiros não é exatamente a melhor definição de relevância.

Ok, vamos mudar “teams” por “clubs”, afinal vários times do Brasil tem “Clube” no nome. A busca então ficou “brazilian soccer clubs”, e os resultados foram:

brazilian_soccer_clubs

Relevância de resultados bem melhor agora, mas as únicas informações corretas são as da 1ª coluna e algumas da 3ª. O restante parece até piada. Para o Vasco da Gama, foram exibidas as informações do navegador português. Já o nome completo do Botafogo foi “Ronaldo Luís Nazário de Lima”, que atualmente joga no Corinthians. A posição do Santos é “Defender”, ou zagueiro no nosso idioma. E dizer que o apelido do Internacional de Porto Alegre é “Seleção Canarinho” quase foi pior que o do Vasco da Gama.

Entendam aue não estou criticando o Google por lançar serviços novos, com uma idéia que tem tudo para dar certo, apesar de não ser original. O que eu estou questionando é o pensamento tão cristalizado de que serviços Web da Microsoft não prestam, e que tem que descobrir a roda caso queiram ter algum sucesso. Ora, o Bing está apenas no começo de sua carreira no mundo dos buscadores, e já é cobrado que ele seja estupendamente melhor que o Google, líder absoluto do setor, por causa de seus méritos. Mas o Google também passa seus apertos na hora de lançar coisas novas, e elas vão ao tempo se aprimorando.

Como eu disse lá no Meio Bit, não devemos nos fechar em uma tecnologia ou um serviço, se não estaremos condenando a Internet a se congelar em alguns nomes, e iremos bloquear a vontade de criar algo novo, essa força que vem movendo todo o seu desenvolvimento nesses últimos anos.

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A importância de um bom 1º parágrafo

prime_paragraph

Sabe qual é o cartão de visitas do seu blog? O primeiro parágrafo das postagens. Com os serviços de agregação de posts e de envio de notícias, aliados à táticas de SEO as primeiras palavras que se escreve são primordiais para fazer o leitor clicar ou não para ler o restante do que você escreveu.

O diHITT por exeplo, impõe uma limitação de 550 caracteres ao se enviar o link de uma notícia. Já no Linkk pode-se enviar o texto completo, porém o texto sofre um corte ainda maior para ser exibido na página inicial e nas demais listagens. Mas isso não é característica apenas dos agregadores de posts/blogs, mas sim de um modelo onde a web se inspirou para evoluir. Onde se dá uma pequena amostra sobre do se tratam as coisas e o leitor acompanha o restante se quiser. Dessa forma, consegue-se colocar bastante conteúdo, de muitas pessoas, de uma forma mais agradável e prática, exatamente o que se espera de um modelo de web colaborativa.

Veja por exemplo os serviços de microblogging. Existem coisas que queremos dizer, compartilhar, e que não teriam espaço em um blog. Talvez por um blog não ter o poder de rede social que um serviço de microblogging, ou por simplesmente não ser nada prático nem para o escritor nem para o leitor ter um blog com 20, 30 atulaizações diárias só para dizer que se vai ao banco ou que o dia está chato. Para isso existem Plurk, Twitter e os outros serviços. O Plurk, por exemplo conta com uma limitação de 140 caracteres, o que faz com que quem escreve seja breve. E acaba que se acostuma a usar esse pequeno espaço. Para se ter uma idéia do que falo, o primeiro parágrafo deste post possui 297 caracteres, e não é nada grande.

Também os mecanismos de busca, como o Google por exemplo, costumam exibir um teaster do conteúdo do resultado de suas pesquisas. Para se ter uma idéia do que falo, qualquer bom site que fale sobre otimização ou táticas de SEO (Search Engine Optimization) já falou da importância de um bom título e de um bom 1º parágrafo. Uma boa dica é sempre usar o maior número possível de tags do seu texto no título e no primeiro parágrafo. Além disso, ele deve ter um quê de final de capítulo de novela, uma espécie de to be contiued… subentendido, pois o leitor irá ler aquele parágrafo, e este parágrafo deverá deixar o leitor com gosto de quero mais para ler o restante do post.

Sei que muitas vezes não consigo escrever um bom primeiro parágrafo, provavelmente o deste post seja horrível, mas isso é da minha personalidade, começar as coisas de forma mais simples e ir desenvolvendo minhas idéias a partir daí. Quem sabe se eu escrevesse o primeiro parágrafo por último, depois de todo o texto? Acho que o restante não ficaria bom…

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Orkut Especial Time Brasil

orkut_torcida_brasil

O pessoal do Google sempre foi muito criativo para personalizar sua logomarca em datas comemorativas. Páscoa, dia dos namorados, natal, ano-novo, e sempre respeitando a diversidade de datas e culturas de cada país. Mas desta vez eles capricharam.

A imagem que você vê acima é uma espécie de template especial para o Orkut, em comemoração aos Jogos Olímpicos de Beijing 2008. O tema da campanha é “Time Brasil”, e o slogan é “Um só grito, um só coração” e as cores seguem as da bandeira do Brasil: verde, amarelo, azul e branco. Para ativar o visual comemorativo, basta clicar na estrela no cabeçalho (em amarelo). Nota dez para o Orkut, isso mostra a preocupação com o usuário brasileiro, coisa rara na Internet, e mostra que a centralização do desenvolvimento do serviço em Belo Horizonte se explica muito bem pelo enorme número de usuários em terras tupiniquins.

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Orkut – Tudo não passou de um bug, segundo Google

Depois de ficar silente durante o período do caos e enquanto a internet teve bastante tempo para especular o que teria acontecido com a rede social mais utilizada no Brasil, o Google informou que um bug que causou problemas nos redirecionamentos dos perfis foi o motivo que levou o serviço a ser retirado do ar. A empresa descartou qualquer ataque externo por parte de hackers ou afins como motivo para os problemas ocorridos. Não foram raros os usuários que lançaram tweets dizendo que tiveram o perfil hackeado, mas ao que tudo indica, o problema realmente foi interno.

Alguns perfis que tiveram problemas podem ter dificuldades de acesso por até 36 horas, e os que foram alterados pouco tempo antes da pane no serviço provavelmente terão as alterações perdidas, pois foi usado um backup anterior para restaurar o sistema. E que fique de lição que explicar logo o que está acontecendo é menos trabalhoso que ter que ficar desfazendo boatos.

Quem diria, mas os bugs da Microsoft nunca chamaram tanta atenção em tão pouco tempo.

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Pedacinhos de notícias

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Seguem algumas notícias das mais interessantes que apareceram no meu Google Reader:

  • Após um encontro do Primeiro Ministro da Inglaterra, Gordon Brown, com o presidente da Rússia, Sr. Medvedev; o país da Vocka (há controvérsias) foi promovido à 3ª posição entre as maiores ameças ao Reino Unido. Os russos só perdem para a Al-Qaeda e para o programa nuclear iraniano. O que será que tinha na vodka do Mr. Brown? [Fonte: Times Online]
  • Por falar em Irã, agora manter um blog pode ser fatal, literalmente! Pois quem tiver um blog que seja considerado um veículo de promoção da corrupção, prostituição ou apostasia (abandono do Islã) será condenado à pena capital. Tomara que os chineses não fiquem sabendo disso. [Fonte: Slashdot]
  • E falando em pena, um jovem de 19 anos, Max P. Sanders, pode ser condenado 5 anos de prisão e pagamento de uma multa de cerca de R$ 16.000,00 (US$ 10.000,00) por anunciar a venda do seu voto para Presidente no eBay. Detalhe interessante, é que o fato se passou nos Estados Unidos. Imagine se o TSE adota o mesmo sistema. [Fonte: também Slashdot]
  • Parece que não é só a Justiça brasileira que anda marcando em cima o Google. A Justiça americana ordenou que o Google entregasse os dados de usuários do YouTube, à favor da Viacom. A alegação é que o serviço do Google é conivente com os usuários que colocam conteúdo da empresa que é dona de nada menos que MTV e Comedy Central, entre outras emissoras. Parece que por lá eles ainda não entenderam que é melhor se unir ao YouTube, assim todos saem ganhando, como fez a Band. [Fonte: Folha Online]
  • O Maranhão e o Pará não ficaram apenas assistindo São Paulo ficar sem Internet. Hoje, por causa do rompimento de dois cabos de fibra óptica, os dois estados ficaram sem Internet E sem cobertura de celular pela Oi. O rompimento foi causado por uma retroescavadeira a 30km de São Luiz. A empresa afirma que os serviços já começaram a ser normalizados. De saldo dessa onda de falta de acesso à Internet, a organização Pro Teste vai pedir que o Congresso instale uma CPI da Banda Larga. Tomara que não acabe em pizza virtual. [Fonte: Folha Online]

Dessa vez o Reader foi com a minha cara. Bom domingo a todos!

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