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Tag: Brasil

Copa 2010: Brasil x Chile

Brasil x Chile

Copa do Mundo, Oitavas de Final, Brasil x Chile. Parece simples, não é mesmo? Mas todos nós sabemos que não é, seja pela caixinha de surpresas que é o futebol (e talvez por isso seja tão amado), seja pela caixinha de surpresas que é a Seleção Brasileira. A Seleção Canarinho começou a Copa com um futebol burocrático contra a fraquinha Coréia do Norte, jogou bem contra a constelação cadente da Costa do Marfim e no último jogo, contra os portugueses (e alguns brasileiros também), o Brasil pareceu um time medroso. Mas bem ou mal, o objetivo foi alcançado: nos classificamos no 1º lugar do grupo.

Agora a coisa fica séria, e não é mais permitido errar (a não ser que você seja árbitro). Já deram adeus à África do Sul os Estados Unidos, Coréia do Sul e a sempre favorita e nunca vitoriosa Inglaterra. A Argentina está ganhando ganhou do México, e amanhã é dia de Holanda x Eslováquia e o mais importante: Brasil e Chile.

Para não perder a tradição, lancei mais uma enquete. Esta não tem muita frescura: é só votar em quem vai se classificar – Brasil ou Chile.

Vamos deixar a desconfiança com a Seleção e torcer muito amanhã!

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Como Será o Jogo Brasil x Chile em Salvador? Vote!

Mais um da série “como será” de futebol. Dessa vez eu te pergunto, sem muita enrolação: Como será o jogo Brasil x Chile, que acontece na próxima quarta-feira (9/9/09)? Apenas para ajudar a sua memória, o Brasil jogará sem 4 titulares: Kaká, Luís Fabiano, Lúcio e Robinho. Ramires também não joga. Eles estão suspensos do próximo jogo pelos cartões amarelos que receberam no jogo contra a Argentina, exceto Robinho, que foi cortado por lesão.

Mas vamos deixar de conversa fiada. Dê sua opinião na enquete, e aproveite e clique aqui para indicá-la no twitter.

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Ah! Não esqueçam de torcer pelo Paraguai também! rs

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Como Será o Jogo Argentina x Brasil?

Hoje é dia de um dos maiores clássicos do futebol mundial. Argentina x Brasil no estádio Gigante Arroyito, na cidade de Rosario, Argentina. O local foi escolhido pelo técnico argentino Maradona, da Seleção argentina. Foi lá que aconteceu a famosa “Batalha de Rosário”, que terminou em 0x0.

Os argentinos correm o risco de perder a 4ª posição que ocupam nas eliminatórias para a Copa do Mundo da África do Sul, caso se rendam ao futebol brasileiro. Isso complicaria ainda mais a campanha dos hermanos, que correriam sérios riscos de assistir a Copa pela TV.

E como eu fiz há pouco mais de um ano, pergunto a você, nobre leitor, como será o jogo Argentina x Brasil? Como todos nós temos um pouco de técnico de futebol, deixe seu pitaco por aqui. O resultado sai hoje (5/9) às 21:00h, horário de Brasília. Assim, ainda dá tempo de apostar (e ganhar) uma caixa de cerveja com aquele seu vizinho argentino.

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Por Que a Monarquia Não Volta?

Atenção: Este post possui altas doses de ironias, verdades e desabafos. Caso queira saber o que penso sem delongas, veja meu primeiro comentário.

Vivemos em uma República Federativa, em Estado de Direito, e sob princípios democráticos. Muita gente morreu para que pudessemos chegar a este ponto, talvez mais morreram por causa da democracia e do Estado de Direito que por causa da República, mas de uma forma ou de outra, são conquistas que fazem parte de nossa história. Mas eu quero viver em uma MONARQUIA ABSOLUTISTA! Não, eu não estou ficando doido, e vou te mostrar.

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O povo brasileiro comparece às urnas a cada 2 anos (ou a cada 4 se for eleitor do DF) para eleger pessoas teoricamente iguais em direitos e deveres para que sejam representadas pelos próximos 4 anos (ou 8 para Senadores). Além disso, quase todas as pessoas com condições mentais suficientes (clinicamente falando) podem votar. As exeções são poucas. Além disso, o povo pode propor leis para os legisladores (aqueles eleitos do início do parágrafo) que podem aprová-las.

Outra diferença entre a Monarquia Absolutista e a República é a não-hereditariedade dos cargos públicos. Ou seja, se o Presidente morre ou renuncia ao cargo, seus herdeiros não tem direito de reclamá-lo para si. Isso vale para servidores públicos, agentes políticos, militares e todos aqueles que exercem qualquer função pública. Ainda falando em cargos públicos, nossa Constituição prevê que os cargos públicos devem ser preenchidos por aqueles que foram aprovados em concursos públicos para os respectivos cargos, e também proíbe o nepotismo – contratação de pessoas com certo grau de parentesco – no serviço público.

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E já que falamos em Constituição, devemos lembrar que ela é a lei máxima do nosso país. Nem os tratados internacionais que o Brasil assinou estão acima dela. E essa mesma Constituição deixa bem claro no seu 1º artigo: “Todos são iguais perante a lei”. Tomamos essa idéia emprestada da Revolução Francesa, que pregava igualdade, liberdade e fraternidade, exceto sob a guilhotina. Esquecemos de tomar emprestado o manual de civismo dos franceses (se bem que não deve ser muito melhor que o nosso).

Mas vejam bem a realidade do nosso país. Aqui, os políticos são conhecidos pelo sobrenome: Calheiros, Magalhães, Sarney, Roriz, Neves, entre vários outros espalhados Brasil a fora. Alguns deles são chamados de “coronéis”, não em referência àqueles que construíram uma carreira nas Forças Armadas ou nas Polícias Militares, mas aos de um tempo onde o chefe de Estado se sentava em um trono. Aqueles coronéis assumiam o título por indicação de alguém bastante influente em uma região, e seu poder era transmitido aos seus herdeiros. Hoje em dia, os “Filhos”, “Netos” e afins continuam recebendo o poder político de seus ascendentes, e se perpetuando no cenário político.

As nomeações políticas também correm soltas no nosso Império, digo, no nosso País. Na Câmara Legislativa do DF, onde nada se produz além de leis inconstitucionais e CO2 dos carros oficiais, o número de servidores comissionados é muito, mas muito acima do que é permitido pela pobre e desrespeitada lei. E tenho certeza que isso acontece nos seus Estados, caro leitor.

Outro aspecto que comumente é atribuído ao regime republicano e democrático, e que os políticos e juízes adoram citar é o da separação dos poderes. Ele foi sintetizado por Montesquieu no século XVIII. Mas se olharmos para a nossa realidade, vemos que o Presidente precisa mendigar apoio no Congresso Nacional para poder governar o país, e agora também vem atuando como bombeiro de crise, sempre tentando abafar incêndios. Isso é controle de um poder pelo outro, de forma extra-constitucional.

Falando em poder, o Judiciário do nosso país nunca esteve tão desacreditado. A situação é tão trágica, que juristas não têm mais o menor medo de dizer que o Judiciário brasileiro é preconceituoso contra quem não tem poderes econômicos ou políticos. Aqui no DF, por exemplo, o resultado do julgamento de um ex-governador (que provavelmente voltará ano que vem) era conhecido por metade da população antes mesmo de acontecer. E não estou falando em saber se o réu seria condenado ou absolvido (o que aconteceu), estou falando em saber o placar e os votos dos Desembargadores que livrariam a cara do político.

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Agora, a crise do Senado. Agora não, pois esse assunto parece os furacões do atlântico norte americano: vem de tempos em tempos e causa grandes estragos. Dessa vez, o Presidente da Casa está escapando de mansinho, como quer o Presidente Lula (já falei da separação dos poderes?). O Conselho de Ética, claro, não tem ética nenhuma, a começar por seu Presidente de encomenda. Alguém já viu em alguma escola alguém de uma sala entregar a cabeça de um colega de graça para a turma do lado? Eu, nunca. É muito claro que nada vai acontecer no Senado, e todos os eleitos, com ou sem votos, terminarão seus mandatos nas calmas águas da República. E ainda somos obrigados a ver todos os dias o show de merda no ventilador que tomou conta “cumbuca emborcada”. Parecem verdadeiras lavadeiras.

Chego ao final e pergunto a você: nossa República capenga serve para alguma coisa? Sinceramente, acho que não. Todos os dias nos empurram goela abaixo que vivemos em um país democrático, que vivemos sob princípios republicanos, mas tudo que vejo é um Império de mentiras. Vejo o mesmo coronelismo que rompeu com Dom Pedro II quando enxergou melhores oportunidades de faturamento com a República. O mesmo panelismo que existia no início do século passado. Em nome da democracia temos que sustentar uma cambada de pseudo-alfabetizados a preço de ouro. Vejo nossa Constituição sendo usada como papel higiênico pelas pessoas que mais deveriam respeitá-la (e muitas delas redigiram-na).

Você por acaso sabe quais são as experiências e qualificação do candidato a Deputado Federal em quem você votou? Você contrataria uma pessoa para trabalhar sem sequer saber se ela concluiu o Ensino Fundamental? Saiba que existem Deputados que não sabem nem quantos metros de fronteira o Brasil faz com o Chile (na verdade, não faz). Mas você paga fortunas de celular, correspondência, moradia, auxílio-paletó, combustível, motorista, e uma trupe de assessores e fantasminhas para esses pobres coitados. Só para constar, um médico ao se formar já tem mais de 18 anos de estudo, e seu salário não faz nem cócegas no salário de um Parlamentar. Quem traz mais benefícios para a nossa sociedade?

congresso_nacional

É pensando de forma racional, nos benefícios e malefícios de cada ente da nossa sociedade, que realmente vamos conseguir sair desse sistema político arcaico, herdado das práticas medievais portuguesas, dos favores, do pendurismo, da hereditariedade. Poderemos deixar de ver nossa Constituição ser rasgada todos os dias. Pense nisso.

Imagens:
1ª: stuartpilbrow
2ª: killfile
3ª: hiabba
4ª: leonelponce

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Por que o Senado é assim

Eu estou planejando escrever este post há algum tempo. Mas a cada dia que passa, aparecem novas denúncias de maracutaias envolvendo Senadores, em especial as que envolvem a família Sarney. Quem me acompanha no Twitter, sabe que eu falo bastante no assunto por lá. Na lista de escândalos do Congresso Nacional em 2009, do site UOL, já são somados 68 casos de falta de retidão por parte dos Parlamentares que nós elegemos.

Bem, eu sempre falo que nós elegemos, então nós temos o direito de cobrar, de fazer valer nossa opinião. Por exemplo, na última sexta-feira por volta das 15:30 iniciou um movimento no Twitter com a hashtag #forasarney. Para mim aquilo foi incrível. Em menos de 1 hora, mais de 10 mil #forasarney foram postados. Mas não foi nada incrível. Como bom povo que vive de pão e circo, ontem o #forasarney foi ridicularizado pelo #chupa. Vejam:

forasarney_vs_chupa

O #chupa, foi uma reação do patriótico povo brasileiro ao ser provocado pelo ator Ashton Kutcher. Ele provocou os brasileiros enquanto o jogo de ontem pela final da Copa das Confederações estava em 2×0 para os Estados Unidos. Como vocês podem ver na imagem acima, a repercursão do #chupa foi MUITO maior do que a do #forasarney. Enquanto nosso povo continuar achando que futebol paga suas contas e vai mudar sua vida, os Deputados e Senadores continuam nos dando um grande #chupa para todos nós, diariamente.

PS: na mesma sexta-feira do fogo de palha que foi o #forasarney, eu havia separado alguns links de novas denúncias envolvendo o Senado. Os 3 artigos foram publicados em menos de 3 horas, e mostram como a coisa anda por aquelas bandas. Só para constar:

Se alguém tiver o interesse de abrir, aí estão os links. Só digo mais uma coisa: tudo o que vemos no Senado acontece de maneira muito mais putrefa nas Câmaras de Vereadores e na Câmara Legislativa do DF. Mas o noticiário nacional não noticia.

É isso, depois do #chupa de ontem, acho que não adianta lutar. A Copa das Confederações resolveu todos os nossos problemas.

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O Brasil está doente. Socialmente.

Diariamente vemos o noticiário policial tomar cada vez mais espaço nos jornais. Vemos políticos fazendo o que bem entendem com o dinheiro do povo e depois aparecerem com a maior cara-de-pau falando que estão defendendo o nosso país, que trabalham duro por um Brasil melhor. Todos os dias somos feitos de bobos e já nem nos espantamos. E a culpa disso é a sociedade arruinada que estamos mantendo, como um castelo de cartas prestes a desmoronar.

A culpa não é simplesmente dos políticos que estão pouco se lixando para quem os elegeu, tampouco da polícia que não consegue proteger as ruas de forma eficaz. Ou ainda do diretor do hospital que alega falta de médicos ou medicamentos para atender pacientes que se humilham nas filas para não morrerem doentes. A de verdade passa por um conjunto de leis que a cada dia enfraquece o poder do Estado sobre os indivíduos, passa pelo povo que vota nos parlamentares que votam e aprovam essas leis, e passa por um povo que vê o desrespeito às leis como algo completamente aceitável.

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Hoje passou no DFTV uma matéria sobre a falta de respeito às calçadas de Brasília, assim como outra matéria exibida no Jornal Nacional. As calçadas são usadas para dispor mesas, plantar árvores, extender o quintal de casa e até de estacionamento. O direito do pedrestre de poder andar sem ter que disputar espaço com os carros na pista fica prejudicado. E todos os que são flagrados sempre tem uma desculpa na ponta da língua para justificar seus erros.

No Correio Braziliense de domingo (14/06/2009) foi exibida uma matéria sobre o consumo de drogas nas quadras residenciais do Plano Piloto de Brasília. Jovens de classe média alta esbanjando tranquilidade ao fumar maconha em frente a parquinhos infantis e quadras de esporte, como se estivessem fumando um cigarro comum. Pelo que foi descrito, já virou uma verdadeira praga. E para pirorar tudo, os próprios usuários se transformaram em pequenos traficantes, que carregam pequenas quantidades de droga para outros usuários.

A Secretaria de Segurança Pública alega que é muito difícil manter alguém preso por causa da lei 11.343 de 2.006, a punição para quem é enquadrado como consumidor de entorpecentes se restringe a:

Art. 28.  Quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar será submetido às seguintes penas:

I – advertência sobre os efeitos das drogas;

II – prestação de serviços à comunidade;

III – medida educativa de comparecimento a programa ou curso educativo.

Além de multa e internação e tratamento em estabelecimento de saúde. Segundo a Secretaria, enquadrar os usuários como traficantes é quase impossível. Essa lei de 2.006 veio aliviar bastante uma lei de 1.976 que previa prisão de seis meses a um ano para o mesmo crime. Aqui pode-se ver uma lei que foi criada à luz da Democracia, mas que acabou por piorar muito as condições da sociedade, pois expõe as crianças da cidade ao tráfico, implementa o consumo de drogas a um número cada vez maior de pessoas, aumenta a criminalidade e ainda tira o poder que o próprio Estado precisa para manter uma sociedade em equilíbrio.

Só como ilustração, segundo a SSP-DF, 65% dos homicídios registrados no DF tiveram alguma ligação com entorpecentes. Estamos falando em mais de 300 vidas que poderiam ter sido poupadas. No caso das calçadas, vemos a própria sociedade pisando na lei, e que prejudica a qualidade de vida de outras pessoas. No das drogas, vemos a população pagando com vidas os efeitos de uma lei que não serve para nada, além da produção de registros nas Delegacias.

Mas sempre existe uma forma de tornar o que temos hoje em algo melhor. Na revista Veja do mesmo domingo (14/06/2009), foi publicada uma entrevista do ex-Prefeito de Nova York, Rudolph Giuliani, que governou a cidade com a política de tolerância zero, e conseguiu transformá-la de cidade mais violenta dos EUA na menos violenta. Na entrevista, ele comenta que para que seu plano de Governo desse certo, foi necessário olhar para as pequenas coisas. Segundo ele:

Em Nova York, ninguém queria prender o ladrão de rua, só o assaltante que levou 1 milhão de dólares de um banco ou o chefe do tráfico. O problema é que tanto o ladrãozinho quanto o adolescente que picha muros estão diretamente relacionados ao chefão do tráfico. Um leva ao outro. Um só existe por causa do outro. Antes de mais nada, cidades degradadas pela violência precisam resgatar a moral, o respeito. O que é seu é seu, e eu não posso pichar. Ponto. Também não posso roubar, nem quebrar, nem vender drogas, nem morar na rua. Sem valores morais, toda a sociedade acaba no círculo do crime, de uma forma ou de outra. Se o respeito volta, o crime adoece.

O que temos aqui é um quadro de completa falta de moral e respeito por grande parte da sociedade. Parar em cima da calçada pode parecer inofensivo, mas degrada a moral a que ele se refere. Um povo que não tem moral e respeito pelas leis, não tem também moral de cobrar uma polícia livre de corrupção (porque esta é parte daquela), nem que os políticos mantenham um mínimo de decoro nas suas atividades. Enquanto não se adotar uma postura desenvolvida de achar feio que descumpre as regras do jogo, enquanto não deixarmos de ser o país do jeitinho e da maladragem, continuaremos chorando milhares de vidas perdidas para a violência ou pelo câncer que não pode ser tratado na rede pública de Saúde.

Pense nisso.

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Surge uma nova Oi

Sei que o título mais parece um slgoan, ou um email corporativo. Mas de fato, ontem uma grande marca do nosso país deu lugar a uma grande que se tornou um gigante. A Oi, que começou atuando nas regiões sudeste e nordeste, a partir de ontem unificou sua marca nas regiões onde a Brasil Telecom atuava, assim estendendo sua rede pelas 5 regiões do nosso país.

O processo foi longo, tomou 6 meses desde a compra da empresa de Brasília pela carioca, e envolveu um processo muito complexo. É muito interessante ver como essas coisas funcionam, desde a definição da nova cultura da empresa, até a mudança nas cores e padronização visual da antiga sede da BrT. Houve também a substituição dos padrões dos telefones públicos, debloqueio de aparelhos celulares, lançamento de uma oferta agressiva nas novas regiões de atuação.

Hoje, fomos presenteados com algumas guloseimas, mais especificamente confeitos de chocolate ao leite:

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Uma ótima sacada para reafirmar a marca junto de seus colaboradores. Pena foi esse agrado conter mais de 500 calorias.

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