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Victor Franco Posts

Como Salvar Vídeos do Youtube no iPod (inclusive HQ e HD)

Este post é direcionado a usuários do Mac OS X Snow Leopard (10.6)

Quem tem um iPod sabe a qualidade de reprodução de áudio do gadget. Para quem possui um iPod Nano a partir da 3ª geração, ou um iPod Touch/iPhone, um ótimo recurso disponível é a reprodução de vídeos. E falar em vídeo logo traz à mente o site de vídeos mais popular da internet: o YouTube.

Aqui vou ensinar como transferir vídeos do YouTube para o seu iPod. Para isso, vamos relembrar um post anterior, que ensinava como fazer download de vídeos do youtube direto do Safari. Também vamos precisar do componente Perian, que permite que uma gama maior de arquivos sejam abertos pelo Quicktime. Os demais programas – Safari, Quicktime X e iTunes – já estão disponibilizados por padrão no Mac OS X Snow Leopard. Vamos ao que interessa.

1. Download do Vídeo

Como já fizemos no post anterior, iniciamos visitando a página do vídeo no YouTube:

YouTube - Os Guardiões - Episódio 10 - Moleza

Depois disso, clique no menu Janela > Atividade. Irá abrir uma tela semelhante à exibida abaixo:

Atividade

Este retângulo vermelho não aparecerá, mas ele indica qual é o item relativo ao filme. Provavelmente ele ainda estará carregando dados, e muito provavelmente será o item com maior tamanho em MB. Clique no item e pressione command+c para copiar o endereço.

Depois disso, abra a janela de Transferências (Janela > Transferências), e pressione command+v para colar o endereço do arquivo do vídeo e iniciar o download automaticamente.

Transferências

2. Conversão do Vídeo

Feito o download do vídeo, vamos efetuar a conversão do vídeo para o formato suportado pelo iPod. Para isso, devemos ter o Perian instalado. Caso você ainda não tenha instalado, faça o download e siga as instruções do site para instalar. Feito isso, abra o arquivo do vídeo no Quicktime X. Depois disso, clique no botão “Compartilhar” e escolha iTunes, depois clique em “Compartilhar”, como nas imagens abaixo:

QuickTime Player1

 

Snap

Após isso, o vídeo será automaticamente adicionado à sua biblioteca do iTunes.

3. Transferência para o iPod

Para transferir o vídeo para o seu iPod, basta seguir o mesmo procedimento utilizado para sincronizar as músicas, porém agora com vídeos.

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Quer comer bem? O Hungrygoat’s sabe onde!

Bateu aquela fome e você quer variar no cardápio? Está procurando um lugar para levar aquela pessoa e não passar vergonha? Ou quer apenas saciar sua sede por descobrir lugares novos para comer bem?

hungrygoats

O blog Hungrygoat’s pode te ajudar! Sempre com ótimas dicas e pequenos reviews, você vai conhecer lugares para ir desde o café da manhã até aquele jantar romântico. E o que faz o Goat mandar bem naquilo que diz? Ele VAI aos restaurantes de que fala, não importa se eles ficam no Rio de Janeiro, em Brasília, Belo Horizonte ou até em Nova Iorque.

Então, fica minha dica: visite o Hungrygoat’s e aproveite para segui-lo no twitter. Você não vai se arrepender!

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Como Será o Jogo Brasil x Chile em Salvador? Vote!

Mais um da série “como será” de futebol. Dessa vez eu te pergunto, sem muita enrolação: Como será o jogo Brasil x Chile, que acontece na próxima quarta-feira (9/9/09)? Apenas para ajudar a sua memória, o Brasil jogará sem 4 titulares: Kaká, Luís Fabiano, Lúcio e Robinho. Ramires também não joga. Eles estão suspensos do próximo jogo pelos cartões amarelos que receberam no jogo contra a Argentina, exceto Robinho, que foi cortado por lesão.

Mas vamos deixar de conversa fiada. Dê sua opinião na enquete, e aproveite e clique aqui para indicá-la no twitter.

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Ah! Não esqueçam de torcer pelo Paraguai também! rs

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Como Será o Jogo Argentina x Brasil?

Hoje é dia de um dos maiores clássicos do futebol mundial. Argentina x Brasil no estádio Gigante Arroyito, na cidade de Rosario, Argentina. O local foi escolhido pelo técnico argentino Maradona, da Seleção argentina. Foi lá que aconteceu a famosa “Batalha de Rosário”, que terminou em 0x0.

Os argentinos correm o risco de perder a 4ª posição que ocupam nas eliminatórias para a Copa do Mundo da África do Sul, caso se rendam ao futebol brasileiro. Isso complicaria ainda mais a campanha dos hermanos, que correriam sérios riscos de assistir a Copa pela TV.

E como eu fiz há pouco mais de um ano, pergunto a você, nobre leitor, como será o jogo Argentina x Brasil? Como todos nós temos um pouco de técnico de futebol, deixe seu pitaco por aqui. O resultado sai hoje (5/9) às 21:00h, horário de Brasília. Assim, ainda dá tempo de apostar (e ganhar) uma caixa de cerveja com aquele seu vizinho argentino.

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Apartheid nos Hospitais de São Paulo

Foi aprovada na última quarta-feira (2/9) na Assembélia Legislativa de São Paulo um projeto de lei de autoria do Governado José Serra (PSDB) que autoriza o atendimento de 25% dos atendimentos em hospitais públicos mediante pagamento por particulares ou planos de saúde. Vários críticos defendem que a lei pode gerar a segregação dos atendimentos entre aqueles que pagam, e portanto serão muito melhor atendidos, e os que dependem do SUS, que amargarão sofrimentos ainda maiores nas filas e o péssimo tratamento que recebem.

O modelo de gestão dos hopitais paulistas já prevê a terceirização na gestão dos hospitais desde 1998, e se defende que assim os serviços prestados são melhores pela possibilidade de melhor remuneração aos funcionários e os custos e a burocracia são menores. Para o atendimento particular nos hospitais, o governo defende que os recursos obtidos seriam usados para melhorar o atendimento àqueles que não pagariam.

Mas a face dessa lei me parece bastante tenebrosa. Primeiro pela conclusão óbvia de que os pacientes do SUS serão tratados como o lixo das emergências. Vejamos pelo lado capitalista (afinal, é isso que somos): você tem dois Clientes, um deles te paga muito bem, já o outro te paga com algumas moedinhas, quando pode. Você consegue atender a apenas um de cada vez com qualidade. Qual deles será seu Cliente preferencial? CLARO que será o que paga bem! O outro vai entrar na fila de espera da sua agenda, e será atendido quando der. Caso contrário, se você atender o primeiro de qualquer jeito, ele ficará insatisfeito e procurará outro prestador de serviço. Se você deixar ele esperando, então nem se fala.

Agora faça uma composição da situação dos hospitais no Brasil. São Paulo não deve ser muito diferente. Eu vejo uma Emergência lotada de gente sentindo dor, gemendo e rezando para ser atendida logo. Gente que espera 5, 8, 10 horas para olhar para o médico que vai lhe receitar uma injeção. Essas pessoas estão ali não porque gostam, ou porque acham o melhor programa da madrugada estarem ali. Estão lá porque não podem pagar para estarem em um hospital particular. Agora imagine essas pessoas tendo que disputar atendimento com os 25% que estão pagando, e por isso terão direito de serem atendidos com mais agilidade e com mais recursos. Consegue imaginar? O funil que já era apertado vai ficar ainda pior.

Chamo atenção ainda para mais um lado curioso do discurso do Governador Serra: que história é essa de dinheiro para ser usado em melhores condições de atendimento aos pacientes do SUS? Não é necessário ter QI superior ao de um chipanzé (um bom chipanzé) para ver que isso não passa de uma mentira deslavada. O dinheiro para custear os atendimentos na rede pública de saúde vem da arrecadação de impostos, que devoram nossos salários todos os meses. Vêm das próprias receitas estaduais e de repasses do Governo Federal. A tabela do SUS paga pouco? Reclame, coloque nota no jornal, rebole. Não gastam milhões com propaganda? Gaste uns poucos mil reais e coloque a boca no mundo. Mas o problema não é esse, não é Governador.

O fato é que se o dinheiro do POVO não fosse repartido entre uma horda de políticos CORRUPTOS e BANDIDOS, existiria sim verba para custar saúde de qualidade, educação de qualidade, segurança de qualidade para o POVO, que é que vos sustenta, caro Governador. Fazer isso não é um favor do Governo, é uma OBRIGAÇÃO do ESTADO.

Ainda resta uma esperança

Contra a lei que pretende promover um verdadeiro apartheid na saúde paulista, o Ministério Público pretende ajuizar ações contra todos os contratos que forem firmados, e talzez até uma ADIn no STJ para tentar derrubar a lei.

E vem mais por aí

Segundo a Folha, junto da proposta para os hospitais paulistas, foi adicionada permissão para que as instalações culturais e esportivas sejam terceirizadas. Assim, o circo, que sustenta governos desde Roma Antiga até os dias de hoje, também seria ceifado do povo.

Olho nele!

Precisamos ficar de olho, pois será o Governador José Serra que aparecerá todos os dias nas nossas casas ano que vem, pedindo votos para se eleger Presidente da República. Devemos ficar atentos para não colocar no Governo o homem que pode vir a privatizar tudo, desde o atendimento nos hospitais, como ele pretende em SP, até as escolas dos nossos filhos, e ainda vai levar metade do seu salário em impostos. Isso é muito grave.

Leia mais na Folha.

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A Nuvem Está Pronta Para Nós?

Ontem o mundo ficou em silêncio por cerca de 100 minutos. Não, isso não aconteceu porque as pessoas estavam protestando contra o Senado brasileiro, nem para evitar a poluição sonora. Na verdade, o Gmail ficou fora do ar nesse período. Durante esse tempo, milhões de pessoas ao redor do mundo não puderam sequer acessar seus emails.

dark_clouds

O serviço de emails do Google nada mais é que mais uma aplicação que funciona na nuvem, ou cloud computing, para os mais geeks. Suas mensagens ficam armazenadas em vários servidores espalhados pelo mundo, mas você nem percebe que faz um tour global para ler aquela corrente chata que alguém te mandou. Nada fica armazenado no seu computador (a princípio), a não ser os anexos que você decide baixar (e os vírus que chegaram com aquele email educativo).

O interessante é que usamos webmail há muito tempo, antes mesmo de se ouvir falar na tal nuvem. O que acontece agora é que existe uma tendência em portar tudo que fazemos para a nuvem, como editar textos, planilhas, editar fotos, vídeos, e até armazenar arquivos. Até um simples link hoje em dia é reduzido em um serviço que guarda o link original e redireciona para ele toda vez que alguém clica no resultado da decaptação de caracteres.

Mas a pergunta que fica é se podemos confiar na nuvem da forma que ela é hoje. Será seguro confiar que servidores estarão no ar na hora que precisarmos daquele arquivo que guardamos no disco virtual? Ou pior ainda, será que aquela empresa que prestava um ótimo serviço e guardava nossas informações não vai falir daqui a um ano? E se falir, o que faremos? Ainda mais importante, será que nossos dados estão seguros na nuvem? Ainda não vejo nenhuma resposta positiva realmente confiável para nenhuma dessas questões.

Voltemos ao caso do Gmail de ontem: quem tentou acessar o Gmail via web durante o período em que ocorreram os problemas, ficou a ver navios (se fosse o Twitter seria baleia). Quem é da velha guarda e acessa o email via POP3 ou IMAP, não teve problemas. Ainda que os servidores que cuidam desses protocolos estivessem fora do ar, as mensagens já recebidas estariam armazenadas. O termômetro da Internet, o Trending Topics do Twitter apontou o Gmail em primeiro lugar. Sinal que MUITA gente foi prejudicada. Agora pense: se o Gigante Google saiu do ar, imagine os milhares de startups que pipocam todos os dias por aí. Imagine aquelas para as quais pagamos para ter um serviço, às vezes crítico.

Acredito muito que a nuvem vá funcionar muito bem, mas ainda acho que ainda não é hora de migrarmos nossas aplicações mais sensíveis e dados críticos para serviços web. Temos um longo caminho pela frente antes de podermos lidar com tranquilidade com os imprevistos que VÃO aparecer (a Lei de Moore tarda mas não falha). Tecnologias como Google Gears e a nova versão do Silverlight, que permitem o armazenamento local de dados podem ser o início do caminho que nos leve a uma nuvem que não seja de tempestade.

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Por Que a Monarquia Não Volta?

Atenção: Este post possui altas doses de ironias, verdades e desabafos. Caso queira saber o que penso sem delongas, veja meu primeiro comentário.

Vivemos em uma República Federativa, em Estado de Direito, e sob princípios democráticos. Muita gente morreu para que pudessemos chegar a este ponto, talvez mais morreram por causa da democracia e do Estado de Direito que por causa da República, mas de uma forma ou de outra, são conquistas que fazem parte de nossa história. Mas eu quero viver em uma MONARQUIA ABSOLUTISTA! Não, eu não estou ficando doido, e vou te mostrar.

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O povo brasileiro comparece às urnas a cada 2 anos (ou a cada 4 se for eleitor do DF) para eleger pessoas teoricamente iguais em direitos e deveres para que sejam representadas pelos próximos 4 anos (ou 8 para Senadores). Além disso, quase todas as pessoas com condições mentais suficientes (clinicamente falando) podem votar. As exeções são poucas. Além disso, o povo pode propor leis para os legisladores (aqueles eleitos do início do parágrafo) que podem aprová-las.

Outra diferença entre a Monarquia Absolutista e a República é a não-hereditariedade dos cargos públicos. Ou seja, se o Presidente morre ou renuncia ao cargo, seus herdeiros não tem direito de reclamá-lo para si. Isso vale para servidores públicos, agentes políticos, militares e todos aqueles que exercem qualquer função pública. Ainda falando em cargos públicos, nossa Constituição prevê que os cargos públicos devem ser preenchidos por aqueles que foram aprovados em concursos públicos para os respectivos cargos, e também proíbe o nepotismo – contratação de pessoas com certo grau de parentesco – no serviço público.

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E já que falamos em Constituição, devemos lembrar que ela é a lei máxima do nosso país. Nem os tratados internacionais que o Brasil assinou estão acima dela. E essa mesma Constituição deixa bem claro no seu 1º artigo: “Todos são iguais perante a lei”. Tomamos essa idéia emprestada da Revolução Francesa, que pregava igualdade, liberdade e fraternidade, exceto sob a guilhotina. Esquecemos de tomar emprestado o manual de civismo dos franceses (se bem que não deve ser muito melhor que o nosso).

Mas vejam bem a realidade do nosso país. Aqui, os políticos são conhecidos pelo sobrenome: Calheiros, Magalhães, Sarney, Roriz, Neves, entre vários outros espalhados Brasil a fora. Alguns deles são chamados de “coronéis”, não em referência àqueles que construíram uma carreira nas Forças Armadas ou nas Polícias Militares, mas aos de um tempo onde o chefe de Estado se sentava em um trono. Aqueles coronéis assumiam o título por indicação de alguém bastante influente em uma região, e seu poder era transmitido aos seus herdeiros. Hoje em dia, os “Filhos”, “Netos” e afins continuam recebendo o poder político de seus ascendentes, e se perpetuando no cenário político.

As nomeações políticas também correm soltas no nosso Império, digo, no nosso País. Na Câmara Legislativa do DF, onde nada se produz além de leis inconstitucionais e CO2 dos carros oficiais, o número de servidores comissionados é muito, mas muito acima do que é permitido pela pobre e desrespeitada lei. E tenho certeza que isso acontece nos seus Estados, caro leitor.

Outro aspecto que comumente é atribuído ao regime republicano e democrático, e que os políticos e juízes adoram citar é o da separação dos poderes. Ele foi sintetizado por Montesquieu no século XVIII. Mas se olharmos para a nossa realidade, vemos que o Presidente precisa mendigar apoio no Congresso Nacional para poder governar o país, e agora também vem atuando como bombeiro de crise, sempre tentando abafar incêndios. Isso é controle de um poder pelo outro, de forma extra-constitucional.

Falando em poder, o Judiciário do nosso país nunca esteve tão desacreditado. A situação é tão trágica, que juristas não têm mais o menor medo de dizer que o Judiciário brasileiro é preconceituoso contra quem não tem poderes econômicos ou políticos. Aqui no DF, por exemplo, o resultado do julgamento de um ex-governador (que provavelmente voltará ano que vem) era conhecido por metade da população antes mesmo de acontecer. E não estou falando em saber se o réu seria condenado ou absolvido (o que aconteceu), estou falando em saber o placar e os votos dos Desembargadores que livrariam a cara do político.

justica_brasileira

Agora, a crise do Senado. Agora não, pois esse assunto parece os furacões do atlântico norte americano: vem de tempos em tempos e causa grandes estragos. Dessa vez, o Presidente da Casa está escapando de mansinho, como quer o Presidente Lula (já falei da separação dos poderes?). O Conselho de Ética, claro, não tem ética nenhuma, a começar por seu Presidente de encomenda. Alguém já viu em alguma escola alguém de uma sala entregar a cabeça de um colega de graça para a turma do lado? Eu, nunca. É muito claro que nada vai acontecer no Senado, e todos os eleitos, com ou sem votos, terminarão seus mandatos nas calmas águas da República. E ainda somos obrigados a ver todos os dias o show de merda no ventilador que tomou conta “cumbuca emborcada”. Parecem verdadeiras lavadeiras.

Chego ao final e pergunto a você: nossa República capenga serve para alguma coisa? Sinceramente, acho que não. Todos os dias nos empurram goela abaixo que vivemos em um país democrático, que vivemos sob princípios republicanos, mas tudo que vejo é um Império de mentiras. Vejo o mesmo coronelismo que rompeu com Dom Pedro II quando enxergou melhores oportunidades de faturamento com a República. O mesmo panelismo que existia no início do século passado. Em nome da democracia temos que sustentar uma cambada de pseudo-alfabetizados a preço de ouro. Vejo nossa Constituição sendo usada como papel higiênico pelas pessoas que mais deveriam respeitá-la (e muitas delas redigiram-na).

Você por acaso sabe quais são as experiências e qualificação do candidato a Deputado Federal em quem você votou? Você contrataria uma pessoa para trabalhar sem sequer saber se ela concluiu o Ensino Fundamental? Saiba que existem Deputados que não sabem nem quantos metros de fronteira o Brasil faz com o Chile (na verdade, não faz). Mas você paga fortunas de celular, correspondência, moradia, auxílio-paletó, combustível, motorista, e uma trupe de assessores e fantasminhas para esses pobres coitados. Só para constar, um médico ao se formar já tem mais de 18 anos de estudo, e seu salário não faz nem cócegas no salário de um Parlamentar. Quem traz mais benefícios para a nossa sociedade?

congresso_nacional

É pensando de forma racional, nos benefícios e malefícios de cada ente da nossa sociedade, que realmente vamos conseguir sair desse sistema político arcaico, herdado das práticas medievais portuguesas, dos favores, do pendurismo, da hereditariedade. Poderemos deixar de ver nossa Constituição ser rasgada todos os dias. Pense nisso.

Imagens:
1ª: stuartpilbrow
2ª: killfile
3ª: hiabba
4ª: leonelponce

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Porquê o Twitter Deu Certo

Há pouco mais de 1 ano, eu postei aqui no blog minhas impressões sobre o Plurk, um sistema de microblogging  que possuía algumas diferenças em relação ao Twitter. Na época, eu disse que havia escolhido o serviço e abandonado o Twitter. Mas depois de um ano, volto a falar sobre o assunto, e dizer o porquê eu voltei para o Twitter (e abandonei o Plurk).

Naquele tempo, o Twitter sofria muito, mas MUITO com as instabilidades no serviço. As chamadas baleiadas eram as companheiras de quem twitava. Além disso, os clientes externos para o serviço ainda não estavam bem difundidos. Hoje o panorama é bem diferente. O serviço dificilmente fica fora do ar, e para quem não usa a o serviço pela página da web, os clientes externos complementam de forma bastante consistente as lacunas que existem no site do serviço, como responder mensagens, dar RTs (falarei em seguida), verificar quem te mencionou, verificar as Direct Messages (mensagens privadas), encurtar links, e muito mais.

tweetie
Tweetie, cliente Twitter para Mac OS X

O formato como as mensagens são exibidas no Twitter também ajudam muito no dinamismo do serviço. Originalmente não há distinção entre as pessoas que você segue e suas mensagens. No Plurk, as mensagem são exibidas como conjuntos de conversas. As respostas a uma determinada mensagem não são exibidas, a menos que o usuário clique para isso. Porém uma coisa que ainda irrita bastante nos dois serviços é a obsessão que determinados usuários tem quanto ao número de pessoas que as seguem.

timeline
Timeline do Plurk. As respostas ficam agrupadas em verdadeiros chats.

Como se vê, o outro aspecto que faz o Twitter ser usado como uma ferramenta excepcional de comunicação é a possibilidade de criar um perfil mais profissional. O Plurk mais parece um serviço de entretenimento. Acessá-lo no local de trabalho nunca seria visto com bosn olhos. Já o Twitter atrai executivos, políticos, artistas, estudantes, empresas. É um lugar onde pode-se fazer um belo trabalho de networking (como diria Max Gehringer). Temos tweets sobre praticamente tudo: notícias, piadas, desabafos, filosóficos, promoções, oportunidades, dicas.

O Poder dos RTs e das #

Tudo muito legal, mas na minha opinião o que faz do Twitter essa ferramenta incrivelmente poderosa são os RTs, como se chamam os Tweets que replicam o conteúdo já postado por outros usuários. Funciona mais ou menos assim: você segue alguém, que posta uma mensagem. Você acha a mensagem interessante, e republica a mensagem, precedida de “RT @nome_do_usuario”. Assim, você leva a mensagem para as pessoas que te seguem, mas não seguem a pessoa que postou a mensagem originalmente, e mantém o crédito ao autor. Pode parecer uma besteira, mas gera um efeito disseminador de informação incrível.

Já as hastags (#) são um método de indexar determinadas palavras postadas. Uma das mais conhecidas é o #forasarney, que mobilizou milhares de pessoas a mostrar seu descontentamento com o Senador. O #followfriaday é ainda mais popular, e transforma o último dia útil da semana no dia em que uns usuários indicam outros, movimentando o cenário de seguidores/seguidos.

Por tudo isso, não há como negar que o Twitter seja uma ferramenta que revolucionou a forma como as pessoas se comunicam. Eventos como as eleições no Irã, um dos países mais fechados do mundo, foram denunciados e em pouco tempo (muito pouco na verdade) pessoas do mundo já sabiam o que estava acontecendo. O Twitter consegue ser mais rápido até que os blogs, que eram sinônimo de agilidade de informação. Para dar uma notícia, você não precisa de nada, a não ser de uma conta no serviço, que é grátis.

Além de tudo isso, o Twitter ainda movimentou vários outros segmentos de sites, como os que encurtam urls, os que fazem análises de perfis, entre outros. Mas não vou falar sobre eles (não agora).

Se você quer aprender mais sobre Twitter e redes sociais, e http://melinka.net é um ótimo site. Passe lá e aproveite! Também não esqueça de visitar meu perfil, o @victorfranco. Se você gostar e me seguir, vou ficar muito feliz.

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Um Pouco de Excel – Parte I

Depois de um ano trabalhando diariamente com o Excel 2007 acho que já estou em condições suficientes para compartilhar um pouco do que sei. Vou falar um pouco dos recursos, funções e algumas técnicas e dicas. Pretendo fazer isso semanalmente. Mas antes de começarmos, vamos combinar algumas coisas:

1. Não é meu propósito escrever um curso de Excel. Aqui vou postar apenas algumas dicas, fazer alguns esclarecimentos. Existem no mercado diversos cursos de Excel. Como eu nunca frequentei nenhum deles, não vou indicar nenhum.
2. Não trabalho na Microsoft, nem sou VP. Também não presto suporte técnico ou configuração do produto. Se você tiver algum problema técnico, favor enviá-lo ao suporte da Microsoft.

    Acho que é só isso. Qualquer dúvida quanto a como fazer alguma coisa, sintam-se livres para perguntar nos comentários. Agora vamos ao que interessa.

    O Excel

    Como eu disse, não estamos em um curso. Então vamos passar rápido por essa parte. Vamos lembrar da cara do Excel:

    Excel 2007 Full
    Excel 2007

    Esta é a janela padrão do Excel 2007. Acima vemos o “Botão do Office”, os grupos de menus, a barra de fórmulas e a área de células. Esse retângulo preto com bordas espessas da figura é uma célula. Reparando bem, é possível identificar também a linha “2” na barra a esquerda, e a letra “B” na barra acima da área de células. Isso quer dizer que esta é a célula “B2”, como pode ser conferido na imagem abaixo, que mostra a barra de endereços:

    Excel_2007_Endereco
    Célula e Barra de Endereços

    Todas as células do Excel tem um endereço, e é muito importante saber lidar com eles para que se possa desenvolver as fórmulas que veremos daqui por diante.

    Agora vamos ver os grupos de menus do Excel 2007. Ao contrário do que normalmente estamos acostumados, não temos uma barra estática que mostra caixas de opções em texto. Ao clicar em uma das opções (“Início”, “Inserir”, …), as opções de cada grupo são exibidos, de forma dinâmica. Raramente teremos janelas de opções pulando na tela do computador para efetuar a maioria das tarefas.

    Excel_2007_Menus
    Botão do Office, Grupos de Menus, Barra de Endereços e Barra de Fórmulas

    Para terminar por hoje, vamos ver como funciona a organização das informações. Quando criamos um arquivo .xlsx (Excel 2007) e .xls (Excel 2003 e anteriores), criamos uma Pasta. Dentro dessa pasta, existe uma ou mais planilhas. Dentro das planilhas, estão as células. E dentro das células estão as informações, basicamente. As planilhas são exibidas na parte inferior da janela, como mostra a imagem abaixo:

    Excel_2007_Planilhas
    Barra de Planilhas

    Por padrão, quando se cria um novo arquivo (Pasta), existem 3 pastas. Você pode deletar, renomear ou criar novas planilhas entre outras coisas. Para isso, basta clicar com o botão direito do mouse sobre a aba, e escolher a opção desejada. Para criar uma nova planilha, deve-se clicar na aba que tem o desenho de uma estrela amarela sobre uma aba.

    Por hoje ficamos por aqui. Não se esqueça de assinar o feed para poder acompanhar as próximas partes. Mais uma vez, qualquer dúvida é só perguntar nos comentários.

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