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Categoria: Internet

[CUIDADO] Email falso em nome dos Correios

Está circulando um email enviado em nome dos correios, supostamente notificando os destinatários sobre encomendas que ficaram retidas nas agências em decorrência da greve dos servidores da empresa, que ocorreu no ano passado.

Muito cuidado, pois este email é falso e não foi enviado pelos Correios. O endereço do remetente é aviso[a]correios.net.br. Reparem que os Correios utilizam os domínios .com.br e .gov.br. Além disso, quem já enviou uma carta ou encomenda pelos Correios sabe o email do destinatário não é cadastrado no momento da postagem, como eles descobririam para enviar a notificação?

Além disso, o texto está repleto de erros de Português, especialmente os de concordância nominal. Não sou nem de perto expert no assunto, mas é nítido que o texto não foi escrito por ninguém que tenha como atribuição redigir textos oficiais.

Veja abaixo uma imagem do falso email. Lembre-se, caso receba um desses, não clique em nenhum link (nesse tem 2), pois eles podem levar sites maliciosos e seu computador pode vir a ser infectado por um vírus, cavalo-de-tróia, etc…


Email Falso. Nunca clique nos links.

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CUIDADO! Email Falso em Nome do Google

Este post é de Utilidade Pública.

Hoje recebi um email que tenta enganar seus destinatários e fazê-los clicar em um link que direciona para uma página falsa que instrui o usuário a fazer o download do Flash Player, mas que na verdade faz o download de um arquivo malicioso chamado “Flash_Player.exe”. Vejam o email (repare bem no remetente):

Agora, vejam a página falsa de download do Flash Player para onde o email falso leva:

Mais uma vez, ESTE EMAIL E ESTA PÁGINA SÃO UM GOLPE! NÃO CLIQUE EM NENHUM LINK, PARA SUA SEGURANÇA! Só faça download o Flash Player através do site da Adobe. Se não souber qual é o site, busque por “adobe flash” no Google. Vai ser o 1º resultado.

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WordPress 2.9 Lançado!

WordPress é sinônimo de blogging já faz algum tempo. A plataforma possibilitou que simples mortais que não entendem muito nem de HTML pudessem expor sua criatividade ao mundo (das mais diversas e criativas formas). O que talvez muita gente não saiba é que WordPress é software livre, não um daqueles usuais, onde um bando de nerds (no sentido pejorativo) se une e cria algo que deve ser venerado para todo o sempre como A invenção da roda.

WordPress é criado e desenvolvido por nerds inteligentes, e que usam sua inteligência para fazer A MELHOR solução para blogueiros que existe, ao contrário de dizer que meu software é melhor que o seu e você é feio. WordPress é feito pela “comunidade” na melhor assepsia da palavra. Por pessoas que aceitam que você dê seu pitaco, mesmo não sabendo compilar o Linux. Bem, vou deixar de conversa fiada e dizer logo o que de mais importante esta versão trouxe de novidade:

  • Opção de recuperar posts ou comentários excluídos acidentalmente;
  • Editor de imagens nativo: permite recortar, redimensionar, rotacionar, espelhar, etc…
  • Update de vários plugins de uma só vez;
  • Inserir vídeos in-line: permite que se insira vídeos de vários serviços de forma simples, basta colar a URL na linha desejada.

Abaixo segue um vídeo feito pelo pessoal do WordPress sobre as novidades da nova versão so serviço:

Como sempre, é recomendável que se faça um backup do seu banco de dados antes de atualizar o software.

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Como Salvar Vídeos do Youtube no iPod (inclusive HQ e HD)

Este post é direcionado a usuários do Mac OS X Snow Leopard (10.6)

Quem tem um iPod sabe a qualidade de reprodução de áudio do gadget. Para quem possui um iPod Nano a partir da 3ª geração, ou um iPod Touch/iPhone, um ótimo recurso disponível é a reprodução de vídeos. E falar em vídeo logo traz à mente o site de vídeos mais popular da internet: o YouTube.

Aqui vou ensinar como transferir vídeos do YouTube para o seu iPod. Para isso, vamos relembrar um post anterior, que ensinava como fazer download de vídeos do youtube direto do Safari. Também vamos precisar do componente Perian, que permite que uma gama maior de arquivos sejam abertos pelo Quicktime. Os demais programas – Safari, Quicktime X e iTunes – já estão disponibilizados por padrão no Mac OS X Snow Leopard. Vamos ao que interessa.

1. Download do Vídeo

Como já fizemos no post anterior, iniciamos visitando a página do vídeo no YouTube:

YouTube - Os Guardiões - Episódio 10 - Moleza

Depois disso, clique no menu Janela > Atividade. Irá abrir uma tela semelhante à exibida abaixo:

Atividade

Este retângulo vermelho não aparecerá, mas ele indica qual é o item relativo ao filme. Provavelmente ele ainda estará carregando dados, e muito provavelmente será o item com maior tamanho em MB. Clique no item e pressione command+c para copiar o endereço.

Depois disso, abra a janela de Transferências (Janela > Transferências), e pressione command+v para colar o endereço do arquivo do vídeo e iniciar o download automaticamente.

Transferências

2. Conversão do Vídeo

Feito o download do vídeo, vamos efetuar a conversão do vídeo para o formato suportado pelo iPod. Para isso, devemos ter o Perian instalado. Caso você ainda não tenha instalado, faça o download e siga as instruções do site para instalar. Feito isso, abra o arquivo do vídeo no Quicktime X. Depois disso, clique no botão “Compartilhar” e escolha iTunes, depois clique em “Compartilhar”, como nas imagens abaixo:

QuickTime Player1

 

Snap

Após isso, o vídeo será automaticamente adicionado à sua biblioteca do iTunes.

3. Transferência para o iPod

Para transferir o vídeo para o seu iPod, basta seguir o mesmo procedimento utilizado para sincronizar as músicas, porém agora com vídeos.

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A Nuvem Está Pronta Para Nós?

Ontem o mundo ficou em silêncio por cerca de 100 minutos. Não, isso não aconteceu porque as pessoas estavam protestando contra o Senado brasileiro, nem para evitar a poluição sonora. Na verdade, o Gmail ficou fora do ar nesse período. Durante esse tempo, milhões de pessoas ao redor do mundo não puderam sequer acessar seus emails.

dark_clouds

O serviço de emails do Google nada mais é que mais uma aplicação que funciona na nuvem, ou cloud computing, para os mais geeks. Suas mensagens ficam armazenadas em vários servidores espalhados pelo mundo, mas você nem percebe que faz um tour global para ler aquela corrente chata que alguém te mandou. Nada fica armazenado no seu computador (a princípio), a não ser os anexos que você decide baixar (e os vírus que chegaram com aquele email educativo).

O interessante é que usamos webmail há muito tempo, antes mesmo de se ouvir falar na tal nuvem. O que acontece agora é que existe uma tendência em portar tudo que fazemos para a nuvem, como editar textos, planilhas, editar fotos, vídeos, e até armazenar arquivos. Até um simples link hoje em dia é reduzido em um serviço que guarda o link original e redireciona para ele toda vez que alguém clica no resultado da decaptação de caracteres.

Mas a pergunta que fica é se podemos confiar na nuvem da forma que ela é hoje. Será seguro confiar que servidores estarão no ar na hora que precisarmos daquele arquivo que guardamos no disco virtual? Ou pior ainda, será que aquela empresa que prestava um ótimo serviço e guardava nossas informações não vai falir daqui a um ano? E se falir, o que faremos? Ainda mais importante, será que nossos dados estão seguros na nuvem? Ainda não vejo nenhuma resposta positiva realmente confiável para nenhuma dessas questões.

Voltemos ao caso do Gmail de ontem: quem tentou acessar o Gmail via web durante o período em que ocorreram os problemas, ficou a ver navios (se fosse o Twitter seria baleia). Quem é da velha guarda e acessa o email via POP3 ou IMAP, não teve problemas. Ainda que os servidores que cuidam desses protocolos estivessem fora do ar, as mensagens já recebidas estariam armazenadas. O termômetro da Internet, o Trending Topics do Twitter apontou o Gmail em primeiro lugar. Sinal que MUITA gente foi prejudicada. Agora pense: se o Gigante Google saiu do ar, imagine os milhares de startups que pipocam todos os dias por aí. Imagine aquelas para as quais pagamos para ter um serviço, às vezes crítico.

Acredito muito que a nuvem vá funcionar muito bem, mas ainda acho que ainda não é hora de migrarmos nossas aplicações mais sensíveis e dados críticos para serviços web. Temos um longo caminho pela frente antes de podermos lidar com tranquilidade com os imprevistos que VÃO aparecer (a Lei de Moore tarda mas não falha). Tecnologias como Google Gears e a nova versão do Silverlight, que permitem o armazenamento local de dados podem ser o início do caminho que nos leve a uma nuvem que não seja de tempestade.

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Porquê o Twitter Deu Certo

Há pouco mais de 1 ano, eu postei aqui no blog minhas impressões sobre o Plurk, um sistema de microblogging  que possuía algumas diferenças em relação ao Twitter. Na época, eu disse que havia escolhido o serviço e abandonado o Twitter. Mas depois de um ano, volto a falar sobre o assunto, e dizer o porquê eu voltei para o Twitter (e abandonei o Plurk).

Naquele tempo, o Twitter sofria muito, mas MUITO com as instabilidades no serviço. As chamadas baleiadas eram as companheiras de quem twitava. Além disso, os clientes externos para o serviço ainda não estavam bem difundidos. Hoje o panorama é bem diferente. O serviço dificilmente fica fora do ar, e para quem não usa a o serviço pela página da web, os clientes externos complementam de forma bastante consistente as lacunas que existem no site do serviço, como responder mensagens, dar RTs (falarei em seguida), verificar quem te mencionou, verificar as Direct Messages (mensagens privadas), encurtar links, e muito mais.

tweetie
Tweetie, cliente Twitter para Mac OS X

O formato como as mensagens são exibidas no Twitter também ajudam muito no dinamismo do serviço. Originalmente não há distinção entre as pessoas que você segue e suas mensagens. No Plurk, as mensagem são exibidas como conjuntos de conversas. As respostas a uma determinada mensagem não são exibidas, a menos que o usuário clique para isso. Porém uma coisa que ainda irrita bastante nos dois serviços é a obsessão que determinados usuários tem quanto ao número de pessoas que as seguem.

timeline
Timeline do Plurk. As respostas ficam agrupadas em verdadeiros chats.

Como se vê, o outro aspecto que faz o Twitter ser usado como uma ferramenta excepcional de comunicação é a possibilidade de criar um perfil mais profissional. O Plurk mais parece um serviço de entretenimento. Acessá-lo no local de trabalho nunca seria visto com bosn olhos. Já o Twitter atrai executivos, políticos, artistas, estudantes, empresas. É um lugar onde pode-se fazer um belo trabalho de networking (como diria Max Gehringer). Temos tweets sobre praticamente tudo: notícias, piadas, desabafos, filosóficos, promoções, oportunidades, dicas.

O Poder dos RTs e das #

Tudo muito legal, mas na minha opinião o que faz do Twitter essa ferramenta incrivelmente poderosa são os RTs, como se chamam os Tweets que replicam o conteúdo já postado por outros usuários. Funciona mais ou menos assim: você segue alguém, que posta uma mensagem. Você acha a mensagem interessante, e republica a mensagem, precedida de “RT @nome_do_usuario”. Assim, você leva a mensagem para as pessoas que te seguem, mas não seguem a pessoa que postou a mensagem originalmente, e mantém o crédito ao autor. Pode parecer uma besteira, mas gera um efeito disseminador de informação incrível.

Já as hastags (#) são um método de indexar determinadas palavras postadas. Uma das mais conhecidas é o #forasarney, que mobilizou milhares de pessoas a mostrar seu descontentamento com o Senador. O #followfriaday é ainda mais popular, e transforma o último dia útil da semana no dia em que uns usuários indicam outros, movimentando o cenário de seguidores/seguidos.

Por tudo isso, não há como negar que o Twitter seja uma ferramenta que revolucionou a forma como as pessoas se comunicam. Eventos como as eleições no Irã, um dos países mais fechados do mundo, foram denunciados e em pouco tempo (muito pouco na verdade) pessoas do mundo já sabiam o que estava acontecendo. O Twitter consegue ser mais rápido até que os blogs, que eram sinônimo de agilidade de informação. Para dar uma notícia, você não precisa de nada, a não ser de uma conta no serviço, que é grátis.

Além de tudo isso, o Twitter ainda movimentou vários outros segmentos de sites, como os que encurtam urls, os que fazem análises de perfis, entre outros. Mas não vou falar sobre eles (não agora).

Se você quer aprender mais sobre Twitter e redes sociais, e http://melinka.net é um ótimo site. Passe lá e aproveite! Também não esqueça de visitar meu perfil, o @victorfranco. Se você gostar e me seguir, vou ficar muito feliz.

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WordPress 2.8 Lançado!

Foi lançado hoje a mais nova versão do WordPress, o mais famoso e utilizado sistema de blogs, e que vem sendo usado como base para aplicações muito mais robustas que este blog que você está lendo. Ao contrário da versão anterior, onde o foco principal foi o aprimoramento do visual, desta vez as mudanças estão mais nas entranhas do sistema, mas que fazem uma enorme diferença para quem administra o blog. Abaixo você pode ver um vídeo do lançamento da nova versão (em inglês).

Para começar, o sistema foi otimizado e agora está bem mais rápido. Além disso, é possível acessar o diretório de temas do serviço e intalá-los direto do Painel, como já era possível com os plugins desde a versão 2.7. Para quem gosta de personalizar os temas, o editor de código agora destaca partes do código, facilitando ainda mais a tarefa.

Falando em temas, os widgets agora também estão muito mais inteligentes. É possível inserir vários deles do mesmo tipo no tema, além da possibilidade de arrastar eles de uma barra lateral para a outra, para temas que possuem mais de uma. Mas a principal novidade nesse sentido é a possibilidade de desativá-los, sem perder as configurações anteriores.

wordpress2.8

Painel de Controle do WordPress 2.8 (Note a opção “Adicionar novo tema” na barra da esquerda).

Várias correções de bugs e falhas de segurança também foram implementadas, tornando o sistema ainda mais robusto. Apesar da página oficial do WordPress Brasil ainda não estar atualizada, o download da versão 2.8 em português pode ser feito lá mesmo, ou através deste link (arquivo zip, 2,5MB). A versão em Inglês pode ser obtida no site oficial, ou aqui.

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