Hoje, em tempos de Web 2.0, com sua proposta colaborativa, milhões de pessoas literalmente se incluem em sites espahados pela internet. Facebook, twitter, Orkut, webmail, grupos de discussão, blogs e muitos outros serviços. Para garantir que seres realmente humanos fizessem parte dessas comunidades virtuais, e não zumbis hospedados em servidores obscuros, foi criado o Captcha.
O Captcha nada mais é do que uma imagem que contém alguns caracteres que devem ser digitados em um capo específico pelo usuário. O problema começa justamente na parte que cabe ao usuário. Existem vários modelos de Captcha, alguns deles bem frágeis, diga-se de passagem, alguns bem pensados e práticos. Mas existem alguns que realmente são impossíveis de serem lidos e interpretados por seres humanos. Isso faz com que uma pessoa tenha que tentar realizar um cadastro várias vezes. E às vezes é vencido pelo captcha e desite de realizar o cadastro. Observe as imagens abaixo:
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O que aparece na 1ª? rough-anl-ready Capt? Ou rough-anel-ready Capt? Ou então rough-ancl-ready Capt?
E na 2ª JG2S5AR? JC2S52A-RI? JG2S52A-R?
Nessa muito tempo já foi perdido e a senha já foi digitada um número par de vezes. E além de tudo isso, o captcha pode ser quebrado pelos zumbis, como já foi mostrado em vários sistemas, como o do Google (Ver 1, 2). E as consequências são indesejáveis para todos: para o site, que tem seus bancos de dados e servidores infestados de usuários falsos, para o usuário, que tem que ficar lidando com fakes, como é bem comum no orkut. Por falar nisso, depois de quebrado o Captcha do Google, estão brotando fakes no Orkut de todos os cantos, como eu já comentei aqui.
Deve-se sim ter um controle para filtrar fakes das comunidades virtuais, mas o Captcha tem se mostrado ineficente, seja pela impossibilidade de decifrá-lo ou pela sua fragilidade quando quebrado.









