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WordPress 2.8 Lançado!

Foi lançado hoje a mais nova versão do WordPress, o mais famoso e utilizado sistema de blogs, e que vem sendo usado como base para aplicações muito mais robustas que este blog que você está lendo. Ao contrário da versão anterior, onde o foco principal foi o aprimoramento do visual, desta vez as mudanças estão mais nas entranhas do sistema, mas que fazem uma enorme diferença para quem administra o blog. Abaixo você pode ver um vídeo do lançamento da nova versão (em inglês).

Para começar, o sistema foi otimizado e agora está bem mais rápido. Além disso, é possível acessar o diretório de temas do serviço e intalá-los direto do Painel, como já era possível com os plugins desde a versão 2.7. Para quem gosta de personalizar os temas, o editor de código agora destaca partes do código, facilitando ainda mais a tarefa.

Falando em temas, os widgets agora também estão muito mais inteligentes. É possível inserir vários deles do mesmo tipo no tema, além da possibilidade de arrastar eles de uma barra lateral para a outra, para temas que possuem mais de uma. Mas a principal novidade nesse sentido é a possibilidade de desativá-los, sem perder as configurações anteriores.

wordpress2.8

Painel de Controle do WordPress 2.8 (Note a opção “Adicionar novo tema” na barra da esquerda).

Várias correções de bugs e falhas de segurança também foram implementadas, tornando o sistema ainda mais robusto. Apesar da página oficial do WordPress Brasil ainda não estar atualizada, o download da versão 2.8 em português pode ser feito lá mesmo, ou através deste link (arquivo zip, 2,5MB). A versão em Inglês pode ser obtida no site oficial, ou aqui.

Nem só de Google pode viver a Internet

Recentemente a Microsoft lançou o Bing, um serviço de busca que vem empolgando algumas pessoas importantes da área tecnológica, como Steve Wozniak, por exemplo. Mas os usuários mais comuns, de carne e osso, em geral não gostaram do serviço. Foi criticada a relevância dos resultados, que por sinal é o principal ponto da campanha da Microsoft em cima do Bing. Criticaram também as fotos que o serviço exibe na sua homepage, e a falta de grandes novidades.

No tópico do fórum do Meio Bit sobre o assunto, eu fiz um comentário em que disse que achava muito contraditório o público do site, tão sedento por novidade, fechar uma posição tão intransigente a favor do Google e contra o Bing. Aí, ainda durante essa semana, o google lançou um novo serviço no Labs, o Google Squared. A idéia é exibir os resultados em forma de matrizes, com informações sobre cada resultado agrupadas em colunas. A idéia é muito boa, se funcionasse desde o primeiro dia, como foi cobrado da Microsoft. Vejam os reultados de duas buscas que fiz:

A primeira foi “brazilian soccer teams”. Lembrando que o serviço ainda está disponível apenas em Inglês. Vejam o resultado:

google_squared

Com todo respeito aos clubes listados, mas para quem cobra relevância de resultados do Bing, ter o Comercial como primeiro resultado na busca por times de futebol brasileiros não é exatamente a melhor definição de relevância.

Ok, vamos mudar “teams” por “clubs”, afinal vários times do Brasil tem “Clube” no nome. A busca então ficou “brazilian soccer clubs”, e os resultados foram:

brazilian_soccer_clubs

Relevância de resultados bem melhor agora, mas as únicas informações corretas são as da 1ª coluna e algumas da 3ª. O restante parece até piada. Para o Vasco da Gama, foram exibidas as informações do navegador português. Já o nome completo do Botafogo foi “Ronaldo Luís Nazário de Lima”, que atualmente joga no Corinthians. A posição do Santos é “Defender”, ou zagueiro no nosso idioma. E dizer que o apelido do Internacional de Porto Alegre é “Seleção Canarinho” quase foi pior que o do Vasco da Gama.

Entendam aue não estou criticando o Google por lançar serviços novos, com uma idéia que tem tudo para dar certo, apesar de não ser original. O que eu estou questionando é o pensamento tão cristalizado de que serviços Web da Microsoft não prestam, e que tem que descobrir a roda caso queiram ter algum sucesso. Ora, o Bing está apenas no começo de sua carreira no mundo dos buscadores, e já é cobrado que ele seja estupendamente melhor que o Google, líder absoluto do setor, por causa de seus méritos. Mas o Google também passa seus apertos na hora de lançar coisas novas, e elas vão ao tempo se aprimorando.

Como eu disse lá no Meio Bit, não devemos nos fechar em uma tecnologia ou um serviço, se não estaremos condenando a Internet a se congelar em alguns nomes, e iremos bloquear a vontade de criar algo novo, essa força que vem movendo todo o seu desenvolvimento nesses últimos anos.

Download de Vídeos do Youtube Direto do Safari

Essa dica é muito boa para quem gosta de baixar os vídeos favoritos do Youtube, além de vários outros sites que distribuem vídeos pela Internet. Através do navegador Safari, da Apple, é possível fazer o download dos vídeos sem ter que entrar em nenhum outro site, ou ter que executar nenhum script para isso. A dica vale tanto para quem usa Mac OS X quanto Windows XP ou Vista.

O procedimento é tão simples que ele é composto por apenas 3 passos:

1. Acesse a página do vídeo;
2. Abra a janela de Atividade (Activity) do Safari. Aqui vem a diferença do Mac para o Windows: no mac, vá em Janela (Window) –> Atividade (Activity). No Windows essa opção não é exibida, mas a janela pode ser aberta pressionando as teclas Ctrl + Alt + A simultâneamente.
3. Na janela de Atividade, em quase 100% das vezes o vídeo será o maior arquivo. Dê 2 cliques sobre ele, e o download começará, à sua maneira em cada sistema operacional.

    video_normal
    Mais simples, impossível.

    Depois de feito o download, você pode ver o vídeo no seu player favorito, como o Quicktime, por exemplo. Pode ainda converter o vídeo para o formato que desejar. Utilizando este método, é possível fazer o download de todos os vídeos do site, os normais (em .flv), os em high-quality [HQ] (em .mp4) e os em high-definition [HD] (em .mp4).

    Awdio: Um mundo de baladas online

    Escrevo este post sob a música ao vivo que está tocando no Favela Chic, em Paris, França. Infelizmente eu não estou pessoalmente na Belgica, mas posso escutar a música através do site Awdio, onde é possível ouvir ao vivo  o que rola em várias partes do mundo. Turquia, Estados Unidos, Paris, Londres, e Brasil. Sim, a D Edge, em São Paulo (9ª melhor boate do mundo, segundo a DJ Mag) figura entre as atrações do site.

    awdio

    Awdio

    As músicas tocam através de streming e são transmitidas ao vivo. E as opções abrangem Lounge, Electric, House, Rock, Funk, Afro, Jazz, World, Break Beat, entre outros ritmos. Uma conexão de Banda Larga a partir de 512kbps deve ser mais que suficiente para ter uma experiência musical sem engasgos e solavancos. Para quem gosta de estar sempre na vibe, esta é uma ótima opção, mesmo quando você estiver impossibilitado de estar fisicamente.

    Movimento Blog Solidário 2009, Participe!

    Blog Voluntário

    O Movimento Blog Solidário, repete a iniciativa do ano passado, e incentiva a comunidade de blogueiros a participar nos dias 24, 25 e 26 de abril de um esforço conjunto para ajudar pessoas com dificuldades no mundo digital a aprender um pouco mais. Valem exemplos, tutoriais, dicas, etc. Segue a descrição do Movimento:

    O Movimento Blog Voluntário está de volta para agitar a blogosfera em torno de uma boa causa.

    O Dia Global do Voluntariado Jovem, na verdade, são três. Dias 24, 25 e 26 de abril, pessoas do mundo inteiro trabalham para melhorar o ambiente global e local.

    No ano passado, com objetivo de dar uma mexida na Internet, realizamos o Dia Global do Voluntariado Jovem também no mundo on-line, com o Movimento Blog Voluntário, uma ação voltada ao combate do analfabetismo digital.

    Com o sucesso do Movimento Blog Voluntário 2008 ampliamos as ações para 2009. Funciona assim, os blogs escreverm posts para ajudar pessoas iniciantes no mundo virtual. Esse ano nós reuniremos os melhores posts em um e-book, livro em PDF, que funcionará como um guia para essa galera.

    Ctrl C + Ctrl V nessa idéia! E faça a diferença na vida de muita gente.

    *O movimento não tem fins lucrativos nem ligação com empresas e/ou governo.

    Hoje e amanhã pretendo fazer um ou dois posts para dar minha singela contribuição. Os posts que fiz no ano passado podem ser vistos aqui. Ainda existem dois que eu não fiz, talvez por falta de tempo, ou por achar que ainda tenho que me aprofundar mais no assunto.

    Participe você também e compartilhe seus conhecimentos!

    Windows no Mac OS X, usando VirtualBox [Atualizado]

    Rodar um sistema operacional dentro de outro não é novidade. Há muito tempo existem opções de programas que criam máquinas virtuais, e muitas vezes as usamos e nem percebemos. Quem usa o Mac OS X Leopard conta basicamente com duas opções bem conhecidas. A primeira é o VMware Fusion e a outra é o Parallels. Ambas são pagas (a primeira custa US$79,99 [a partir] e a segunda, US$79,99).

    Para quem busca uma solução menos parruda e grátis, a Sun oferece o xVM VirtualBox. A instalação no Mac OS X só não é mais simples porque usa um instalador, e não o trivial drag’n’drop. Mas nada mais que alguns cliques em avançar e um em aceitar quando a licença é exibida. Como estamos falando de software para Mac (ele também existe para Windows e Linux) não preciso comentar sobre a licença.

    Depois disso, basta abrir o programa e criar uma máquina virtual. Os passos são simples e as telas são exibidas em português, com várias instruções. Após criada a máquina virtual o próximo passo é iniciá-la. O procedimento simula um boot na sua máquina virtual, então se iniciarmos a máquina com um cd do Windows, este irá iniciar o processo de instalação. Instalação completamente normal por sinal.

    Agora vou contar minhas experiências com o programa. Um breve resumo do meu hardware: Intel Core2Duo T8100 (2,1GHz), 1GB DDR2, encapsulados em um MacBook White.

    Windows Vista

    A instalação do Vista correu normalmente, foram dedicados 40GB de HD para o sistema, e 512MB de memória. Resultado: máquina real e virtual lentas. O Mac ficou inutilizável, e o Vista ficou com um delay terrível. A experiência não foi boa, e não chegou ao segundo dia. Talvez para computadores mais parrudos, com melhores recursos de memória e vídeo, a experiência possa ser mais bem sucedida. Para mim, não.

    Windows XP

    No Windows XP também ocorreu sem sobressaltos. Talvez pelas tantas vezes que já tive que repetir a rotina, e também pela eficiência do programa. Dessa vez, dediquei um pouco menos de RAM (398MB) e menos espaço em disco (31GB). O resultado foi maravilhoso. Windows e Mac rodando juntos, sem sobressaltos. É possível colocar a máquina virtual em um space e continuar usando os outros. Testei rodar a máquina virtual com o XP, o Safari, o LittleSnapper e o Adium ao mesmo tempo, e não tive problemas. Abaixo uma imagem do Windows rodando na máquina virtual:

    Windows rodando sob o Mac OS X

    Windows rodando na máquina virtual

    Agora vou aos motivos que me levaram a instalar uma máquina virtual no Mac. Posso dizer que estou quase completamente feliz com o Mac OS X. Não digo adaptado, pois um usuário adaptado não é o mesmo que um feliz. O adaptado consegue usar um programa (ou ferramenta), mas não vê a hora de terminar o que tem que fazer e voltar para um ambiente que se sinta feliz. O Windows funciona muito bem, eu o utilizo por mais de 6 horas por dia, mas para trabalhar. Em casa sou feliz no Mac, onde as coisas simplesmente funcionam (e bem). Pode parecer bobagem essa história do just works, mas se você geralmente não tem tempo (ou conhecimento técnico, ou paciência) para ficar buscando em fóruns as soluções para fazer aquele driver funcionar, ou então conseguir descobrir aquela linha de comando para fazer algo funcionar, verá que que usar Mac é focar apenas no que se quer fazer, e o sistema cuida do resto.

    Mas nem tudo são nuvens, pois alguns programas essenciais ou não existem para o Mac ou não possuem todas as funcionalidades da versão para Windows (o inverso também existe!). Um que não existe no sistema da maçã é o Windows Live Writer (que estou utilizando para escrever este post). Ele é um ótimo exemplo de programa da Microsoft que é amado e invejado por quem usa outros sistemas operacionais. Simplesmente fantástico. O que funciona parcialmente é o Excel. Na versão para Mac, não é possível trabalhar com macros, VBA e nem tabelas dinâmicas. Tudo o que eu mais uso para trabalhar.

    Por isso que eu instalei Windows XP, apenas por causa desses dois programinhas. Quando tiver que usar o Excel ou escrever um post poderei fazê-los sem ter que deixar de usar o Mac. E assim que terminar, basta encerrar o programa e o campo de distorção da realidade volta a funcionar com toda carga. ;)

    Configurando a rede

    Configurar a rede no VirtualBox é relativamente simples (exceto se você usa um modem 3G). Você pode utilizar a placa de rede com fios (ethernet) ou a placa wireless AirPort. Para isso, você deve estar com a máquina virtual desligada. Depois, clique em configurações e navegue até a seção de rede. Aí é só escolher um modelo de placa de rede, selecionar a opção “Placa em modo Bridge” em “Conectado a” e depois escolha placa de rede que você quer compartilhar em “Conectado a”. Veja uma imagem da configuração da placa ethernet:

    config_network_virtualbox

    Por que não BootCamp?

    Para quem quer rodar jogos, ou utilizar programas mais pesados ou quer usar todos os recursos disponíveis no sistema (vídeo, memória, etc…) a instalação do Windows via BootCamp ainda é a melhor opção. Minha experiência com o Windows Vista foi muito boa (tirando o relógio do Mac atrasar toda vez que eu voltava do Windows). Mas para simplesmente usar 2 programas e depois voltar a para as outras atividades não é viável ter que desligar o computador, religá-lo  usando o Windows, e depois desligá-lo e voltar para o Mac. Os programas e documentos abertos terão que ser fechados e o foco se perde, geralmente. Para mim, usar a máquina virtual tem sido uma experiência muito produtiva, e me deixou um usuário Mac ainda mais feliz.

    PS: Vale lembrar que apesar de virtual, as licenças do Windows e dos demais programas têm que ser genuínas, como em qualquer instalação em máquinas não-virtuais.

    [ATUALIZAÇÃO] – Compartilhar Pastas

    Recebi algumas dúvidas a respeito de como compartilhar pastas entre o VirtualBox e o Mac OS X. Apesar de não usar mais o VBox, resolvi pesquisar um pouco, e é bastante simples:

    1. Instalar os “Guest Additions”: Clique em Devices e depois clique em “Install Guest Additions”:


    Imagem: Fórum VirtualBox

    2. Vá nas configurações da máquina virtual e vá até a seção “Shared Folders”. Clique no botão de adicionar e escolha uma pasta. ATENÇÃO: Tente usar um nome simples para a pasta compartilhada, sem espaços e sem caracteres especiais.

    Só isso! Caso as coisas não apareçam exatamente da forma como eu descrevi, peço que me digam, pois como eu disse não uso mais o VBox, e fiz essa atualização segundo as dicas de um tópico do fórum do desenvolvedor, se quiser vê-lo, clique aqui. Espero ter ajudado!

    ZumoDrive: Armazenamento na Nuvem

    A “nuvem” está aí e não tem mais volta. Sistemas que utilizam servidores para armazenar arquivos, realizar processamento, backup: isso deixou de ser exclusividade de grandes empresas e fazem parte da vida de cada vez mais usuários de computadores.

    E um dos serviços mais utilizados da nuvem atual é o de armazenamento de arquivos online. Várias soluções existem no mercado, e uma que me agradou bastante foi o ZumoDrive. Ele utiliza um sistema chamado Hybrid Cloudtm, que possibilita que parte dos arquivos sejam armazenados localmente e nos servidores do serviço ao mesmo tempo. Assim, é possível ter cópias disponíveis mesmo quando se está sem acesso à Internet. Também é possível ter acesso aos arquivo através do navegador na maioria dos computadores conectados à Web.

    zumo_status1

    Janela de status do serviço

    O serviço se integra ao sistema operacional (Mac ou Windows) como um disco rígido, assim lidar com os arquivos é tão fácil quanto usar um pendrive. Segundo a empresa, isso é uma mão na roda para quem possui netbooks com disco SSD e pouco espaço, pois possibilita armazenar seus arquivos em um outro disco. Por falar em espaço, as opções oferecidas são de 2GB (grátis), 10GB (US$ 2,99), 25GB (US$ 6,99) e várias outras, podendo chegar a até 500GB (US$ 79,99). Os dados são enviados usando uma conexão segura SSL para um servidor intermediário, e de lá enviados para um servidor S3 utilizando tecnologia AES.

    zumo_mac

    Serviço mostrado como disco rígido

    Existe também uma app para iPhones. Com ela é possível expandir a capacidade do dispositivo utilizando o espaço da sua conta no ZumoDrive. Além disso, é possível navegar por seus arquivos e escutar as músicas via streamming através do iTunes. É possível compartilhar arquivos, ou ainda criar álbuns de fotos online com extrema facilidade.

    Mas o ponto chave do sistema é a velocidade que ele consegue para o envio e recebimento de arquivos. Comparando com os serviços mais conhecidos, ele supera todos com facilidade. Até utilizando conexões GPRS ele se mostra muito rápido e eficiente. Para quem ainda não “amarrou” seus arquivos em um outro serviço e deseja uma opção rápida, simples e com ótima escalabilidade, o ZumoDrive é uma ótima opção.

    Sincronizando celulares Sony Ericsson com o computador

    Algumas pessoas são esquecidas. Outras são tão esquecidas que sequer se lembram de anotar suas tarefas. Eu faço parte da segunda categoria. Não adianta tentar lembrar depois, a idéia vai dar uma volta e só reaparece quando quer.

    Para amenizar isso, pessoas esquecidas TEM que anotar as coisas a fazer de alguma forma, e fazê-lo o mais rápido possível. Para atrapalhar ainda mais as coisas, nem sempre dispomos de papel e caneta em mãos. Um dos únicos apetrechos que servem para registrar informações é o celular.

    Para manter os dados que são registrados no celular sempre atualizados com os calendários e demais programas de organização do computador é necessário executar sincronizações periódicas, assim os eventos mais novos estarão sempre atualizados em ambos locais. E o melhor de tudo é que existem programas que fazem essa tarefa por você, e melhor ainda é que eles são grátis!

    Para Mac:

    Quem usa o sistema da maçã sabe o quanto é fácil manter seus contatos sempre atualizados. O iSync cuida de manter o iCal (calendário), Agenda e demais serviços atualizados sem nenhuma dificuldade, até mesmo via bluetooth. Mas o grande problema do iSync é que ele tem que ser executado “on-demand”, ou seja, o usuário tem que mandar o programa ser executado, e também ligar o dispositivo bluetooth caso esteja desligado.

    Para que você sequer tenha que se dar ao trabalho de ativar o bluetooth e ainda programar um intervalo de tempo (ou um horário específico) para realizar sincronizações, a solução mais simples que existe é o iSyncIt. Com ele é possível programar sincronizações, que acontecem em segundo plano. O programa utiliza o Growl para notificar que ligou o bluetooth, iniciou a sincronização, terminou de sincronizar e desligou o bluetooth (ainda economiza bateria!). Para quem quer automatização total, basta desligar a confirmação de alterações em grande quantidade do iSync.

    isyncit

    De fato, o aplicativo é um script “melhorado”, que executa funções já presentes no sistema operacional de forma automática.

    Para Windows:

    Quem usa Windows não fica chupando dedo. O MyPhoneExplorer pode ser considerado uma verdadeira suite de gerenciamento do telefone. Ele sincroniza muito mais que tarefas, calendário e contatos. Com ele, é possível fazer backup de mensagens SMS, notas, ver lista de chamadas (enviadas, recebidas, perdidas), ver status de bateria, qualidade de sinal da operadora, entre outras coisas. É possível armazenar os dados no próprio programa ou então escolher os programas que receberão cada uma das informações.

    Além das opções de sincronização, ele também fornece uma interface entre o computador e o celular no modo telefone, caso o software da Sony Ericsson não tenha sido instalado. Existe também uma opção de ajustar o relógio do celular com um relógio atômico. Também existe um gerenciador de arquivos presentes no aparelho.

    myphoneexplorer

    Na minha opinião, cada programa tem suas características bem semelhantes aos sistemas operacionais para os quais foram feitos. O iSyncIt é ridiculamente simples, mas funciona e muito bem para o que se propõe. Já o MyPhoneExplorer é cheio de recursos e funcionalidades e também funciona bem (não pude testá-lo sincronizando via bluetooth). O ponto positivo do aplicativo para Apple é que ele funciona com qualquer celular que seja compatível com o iSync. Já o para Windows funciona apenas com aparelhos Sony Ericsson.

    Links para download:

    iSyncIt: Link
    MyPhoneExplorer: Link

    O mundo virtual é tão hipócrita quanto o real

    Não adianta, o mundo virtual é exatamente igual ao real. Ele apenas apresenta com cores mais fortes certas nuances. E quando esses dois mundos se cruzam, principalmente nos Tribunais, o resultado geralmente é desastroso. Na última sexta-feira a União Européia declarou que a “venda” do navegador Internet Explorer junto com o Windows viola as leis antrituste da UE. A Microsoft, simplesmente aceitou a retirada do programa do sistemas sistemas operacionais vendidos para os países do bloco, e afirmou que está completamente comprometida a seguir as leis.

    O Internet Explorer sempre foi alvo de diversas ações na justiça de vários países, provavelmente por possuir a liderança absoluta no mercado de navegadores. A ação que foi julgada procedente sexta-feira foi movida pela Opera Software, que produz o navegador Opera, o melhor browser que ninguém usa. Por ser um processo contra a gigante Microsoft, muitas pessoas tendem a defender a decisão da Corte européia, afinal o porte da MS e o market share do seu sistema operacional Windows são estrondosos e pode parecer uma briga de chiwawa com Pitbull de rinha.

    532px-opera_o

    Opera – O melhor navegador que ninguém usa

    Mas se analisarmos um pouco o cenário atual de browsers podemos ver que a competição talvez seja a maior no mercado de software. Temos Firefox, Internet Explorer , Safari, Opera e Chrome entre os mais badalados. Além disso todos eles são grátis e todos funcionam muito bem no Windows. Para mostrar ainda mais como a decisão é um tanto equivocada, TODAS as distribuições Linux que já usei vêm com um navegador incluso, e na grande maioria ele é o Firefox. E ninguém se incomoda com issso. Por que cargas d’água a Microsoft é culpada se a maioria das pessoas resolve usar o seu navegador. Opções não faltam, todas elas igualmente gratuitas.

    Imagine se a moda pega e todas as cópias do Windows distribuídas ao redor do mundo vierem sem o IE. Você vai ter que ir na casa do vizinho e pedir para usar a internet para fazer o download do browser, pois sem um você não consegue fazer quase nada on-line. Mais ou menos como pedir uma xícara de açúcar, não?

    Muito obrigado ao Thiago Rodrigues por notar um erro no título, que já foi corrigido.

    aqui.

    iWorks ’09 – Numbers

    Foi lançada durante a última MacWorld a nova versão da suíte iWork, que tem seus produtos (Pages, Numbers e Keynote) como principais concorrentes da Suíte Office:mac para o sistema opercional Mac OS X.

    numbers

    Como usuário diário do Microsoft Excel, comecei meu tour pelo Numbers, o editor de planilhas do iWork.Para o primeiro dia, ele me pareceu útil, mas depois de uma análise mais completa, ele ainda é mais complicado, menos funcional e menos robusto que o Excel. Possui vários modelos, com dezenas de modelos de gráficos, tabelas uma centena de novas fórmulas. Mas algumas coisas ainda irritam, como se você digitar “=soma(” e apertar a seta para cima ele simplesmente não seleciona a célula acima da que se está digitando. E isso é uma pedrinha no sapato que incomoda muito quando se está trabalhando. Outra falha que encontrei foi quando se digita a fórmula “=aleatório()” para gerar um número aleatório entre 0 e 1, o programa não aceita a inclusão do acento, o que faz com que a fórmula digitada “=aleatorio()” não seja reconhecida. Para fazê-la funcionar, temos que digitar “aleatório()” e depois voltar com o cursor no início do texto e inserir o “=”.

    O numbers também não se mostrou robusto para lidar com arquivos grandes, com muitas planilhas e tabelas gerados originalmente no Excel. Ao tentar abrir um arquivo com 60 MB gerado no Excel 2007, e cerca de 190 mil linhas em uma das planilhas, o Numbers retornou uma mensagem dizendo que o arquivo era grande demais para ser importado. Também não encontrei nada refente a importação de dados em arquivos csv ou texto ou outros formatos de bancos de dados.

    Enfim, na minha opinião o iWork funciona bem para quem quer um editor de planilhas para fazer algo bonito para apresentar uma tabela ou alguns gráficos. Se você precisa de uma ferramenta mais produtiva, com recursos de tabelas dinâmicas, importação de dados, trabalhar com muitas linhas, você deve começar a considerar o produto da Microsoft. E se você usa macros, pode ir começando a instalar o Windows pelo BootCamp e usar o Office para Windows.

    No próximo post falarei sobre o iWork.com.