Mar 04
Ah, como era bom aquele tempo que volta às aulas era pra fazer revisão do ano anterior e escrever redação de como foram as férias. Hoje em dia o tempo faz questão de mostrar que passou e que as responsabilidades batem à porta. Ter que fazer matrícula nas matérias da Universidade é um grande exemplo. Não é nada simples, ao contrário do que muitos pensam.
Nas Universidades com grade aberta, como é o caso da UnB, para fazer matrícula é necessário muito jogo de cintura. Primeiro deve-se escolher as matérias que se quer ou que se deve cursar no semestre. Depois vem a parte de escolher os professores. E isso é importante. Toda vez é aquela chuva de perguntas: “Você conhece o professor fulano-de-tal? A prova dele é muito difícil? Ele reprova muita gente?”. Resolvido o obstáculo da seleção dos professores, vem um também bem parrudo: o horário das disciplinas. Sempre tem uma matéria que se quer pegar e ela está exatamente no horário de uma outra que não pode esperar. Ao final, é processar a matrícula e torcer muito para que aceitem sua “sugestão” de plano de ensino para o semestre. Quem quiser entrar na torcida por mim, seja MUITO bem vindo!
E por falar nas férias, foi nelas que eu resolvi escrever um blog decente, que por sinal é este aqui.
[EDIT] Para melhorar tudo, resolveram me dar apenas 1 matéria! Se não fosse eu ir lá implorar por pelo menos mais uma matéria…. [/EDIT]

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Mar 03
Existiu um tempo em que eram mais inteligentes as pessoas que queriam enganar os outros. Nesse tempo, os falsários consideravam a hipótese do seu alvo ter um QI acima de 80. Mas hoje em dia parece que até para dar golpe o pessoal anda pisando no tomate. E caindo!
A página inicial do meu orkut já virou um inferno. Todo dia aparecem pelo menos uns 10 fakes que me adicionaram e estão à espera que eu os aceite. Que esperem sentados! Ou melhor, deitados num caixão! Ora, por favor, tentar me enganar com uma conta de e-mail do tipo "hwwscijdtqytibqb@hotmail.com" ou "8ce23ahndwp@medication.net" já é um pouco de mais né? Ainda mais se todas as confirmações vierem com a mesma mensagem: "lembra de mim? add ai".
Da próxima vez, que pensem em algo melhor, ou então que esperem um dia em que eu esteja com muito, mas muito sono para tentar me pegar. Agora é ter que sair clicando em vários "no". Haja paciência!
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Mar 02

Sou um desses usuários intermediários de computadores. O único curso que fiz foi um de “Operador de Micro” há nove anos. Eu era um pirralho e mesmo assim já sabia fazer tudo o que “ensinavam” nos cursos. Sempre fui bastante curioso e auto-didata para tecnologia. Mesmo antes da internet se tornar essa rede mundial de cooperação e compartilhamento pessoal de informações. Muito antes do boom dos blogs, wikis e fóruns.
Também nunca dependi de saber programar em nenhuma linguagem para ganhar uns trocados fazendo arte-final no CorelDraw de vez em quando. Um dia conheci o Kurumin Linux. Simplesmente adorei aquele pinguim que vestia uma camisa com a bandeira do Brasil. Ele tinha OpenOffice, tinha os scripts para facilitar muita coisa, era LiveCD, mas eu ainda precisava do Windows e seus programas. Então, usava Windows e no tempo livre me aventurava pelo Linux. Até tentei usar ele em casa, mas ele simplesmente não se entendia com meu modem Agere. E ficar sem internet não dá né?
Aí sempre usei o Kurumin regularmente, simplesmente para poder mexer nele, fuçar o sistema. Depois veio o Ubuntu, com sua proposta de simplicidade e me agradou muito. Fiz propaganda dele e tudo. Usava muito ele, principalmente quando eu podia usar em um computador com banda larga normal, ligada através da Ethernet. Porém continuei tendo problemas para fazer ele funcionar em harmonia com meu modem Huawei da Tim.
E é aí que aparece o problema do Linux. Você sempre fica dependente de saber fazer as coisas funcionar na unha. Ou você tem o programa que é oferecido nos gerenciadores de pacotes, ou então vai ter que se virar para fazer funcionar. Ou então você vai ter que ficar compilando o programa. Se for pedir ajuda em um fórum, ainda corre o risco de dizerem que a sua distribuição não presta e que a que ele usa é a melhor. Ou então de virem com uma “ajudinha” na forma de 50 linhas de código.
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Mar 02
Não, não é a minha pessoa que está de casa nova. É o blog! Resolvi registrar meu domínio e contratar um plano de hospedagem. A partir daí foram algumas horas de vários dias para conseguir colocar tudo em ordem. Foram ao todo 3 instalações automáticas do WordPress.org através do Fantástico®, duas desinstalações normais, uma na marra; depois, some-se a isso uma instalação manual que me rendeu alguns problemas de importação de conteúdo, outra desinstalação, dessa vez manual, e uma última instalação automática.
Depois dessa epopéia, foi importar conteúdo, procurar, instalar e configurar plugins, criar a conta no Google Analytics, arrumar as coisas no Google Webmaster Tools, criar uma conta no Feedburner, colocar ele na minha lista de sites do BlogBlogs, personalizar a aparência do site, criar uma header no CorelDraw, mexer um pouco no CSS, me matar de tentar colocar a faixa azul da direita no lugar certo, pedir ajuda no forum do Meio Bit, gentilmente receber uma dica, e pronto! Tudo correto. Ufa! Que trabalheira.
Foi por tudo isso que não pude postar aqui nesses últimos dias. Mas a partir de agora tudo volta ao normal. Na medida do possível vou fazendo pequenos posts sobre os plugins que estou usando.
